NORTE
Estreia hoje, 25 de Fevereiro, em exclusivo no City Classic Alvalade
Filme ganhou o Prémio da Crítica Internacional no Festival de Berlim
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NORTE, a primeira longa-metragem de Rune Denstad Langlo, que venceu o Prémio da Crítica Internacional no último Festival de Berlim onde foi o filme de abertura da secção Panorama, estreia hoje, dia 25 de Fevereiro, em exclusivo no Cinema City Classic Alvalade, em Lisboa.
Um off-road movie anti-depressivo, com um humor absurdo tem sido comparado a filmes de Jim Jarmush e a “Uma História Simples” de David Lynch, numa Noruega coberta de neve e com paisagens magníficas.
Depois de uma depressão, o atleta de esqui Jomar isolou-se e vive agora uma existência solitária como guarda numa pista de esqui. Quando descobre que é pai de um rapaz de quatro anos, que vive no Norte, inicia uma estranha e poética viagem através da Noruega numa moto-esqui, com 5 litros de álcool como únicas provisões. Nesta viagem através de magníficas paisagens, Jomar parece fazer tudo ao seu alcance para evitar chegar ao seu destino. Conhece outras pessoas, também elas ternas e com os seus problemas, que vão empurrar Jomar na sua viagem para o lado mais luminoso da vida.
NORTE é a primeira estreia da Midas Filmes para 2010, a que se seguirão vários filmes premiados e destacados nos maiores festivais internacionais: LA TETA ASUSTADA de Claudia Llosa, Urso de Ouro no Festival de Berlim; GIGANTE de Adrián Biniez, Urso de Prata/Grande Prémio do Júri, Prémio Alfred Bauer e Melhor Primeiro Filme no Festival de Berlim, KATALIN VARGA de Peter Strickland, Urso de Prata pela Melhor Contribuição Artística no Festival de Berlim; TALES FROM THE GOLDEN AGE assinado pelos melhores realizadores romenos, entre os quais o galardoado com a Palma de Ouro Cristian Mungiu, apresentado no Un Certain Regard em Cannes, SHIRIN a obra-prima de Abbas Kiarostami, YUKI & NINA de Nobuhiro Suwa e Hippolyte Girardot, apresentado na Quinzena dos Realizadores em Cannes e 36 VUES DU PIC DE SAINT-LOUPS, o último filme de Jacques Rivette , apresentado no Festival de Veneza.
A MIDAS FILMES também assegurou já a distribuição em Portugal dos próximos filmes de Nanni Moretti, HABEMUS PAPAM, Stephen Frears, TAMARA DREW e Jean Luc Godard, SOCIALISME.
“Visualmente magnífico, com um humor absurdo que lembra os road movies de Jim Jarmusch. Tem tudo para ser um filme de culto”. Variety
“Rune Denstad Langlo raramente se deixa levar pelo lado dramático da situação. Desde muito cedo que injecta um humor muito próprio na história. Ao aceitar esse registo, é muito mais fácil de entrar na viagem do protagonista, nas situações, e também conclusões, surreais com que se depara em cada paragem. Numa delas descobre um novo uso a dar a um tampão e há muito tempo que não se via uma piada a funcionar tão bem com esse utensílio da intimidade feminina.” André Santos, Time Out
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NORTE
Estreia a 25 de Fevereiro em exclusivo no City Classic Alvalade
Filme ganhou o Prémio da Crítica Internacional no Festival de Berlim
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NORTE, a primeira longa-metragem de Rune Denstad Langlo, que venceu o Prémio da Crítica Internacional no último Festival de Berlim onde foi o filme de abertura da secção Panorama, estreia a 25 de Fevereiro, em exclusivo no Cinema City Classic Alvalade, em Lisboa.
Um off-road movie anti-depressivo, com um humor absurdo tem sido comparado a filmes de Jim Jarmush e a “Uma História Simples” de David Lynch, numa Noruega coberta de neve e com paisagens magníficas.
Depois de uma depressão, o atleta de esqui Jomar isolou-se e vive agora uma existência solitária como guarda numa pista de esqui. Quando descobre que é pai de um rapaz de quatro anos, que vive no Norte, inicia uma estranha e poética viagem através da Noruega numa moto-esqui, com 5 litros de álcool como únicas provisões. Nesta viagem através de magníficas paisagens, Jomar parece fazer tudo ao seu alcance para evitar chegar ao seu destino. Conhece outras pessoas, também elas ternas e com os seus problemas, que vão empurrar Jomar na sua viagem para o lado mais luminoso da vida.
NORTE é a primeira estreia da Midas Filmes para 2010, a que se seguirão vários filmes premiados e destacados nos maiores festivais internacionais: LA TETA ASUSTADA de Claudia Llosa, Urso de Ouro no Festival de Berlim; GIGANTE de Adrián Biniez, Urso de Prata/Grande Prémio do Júri, Prémio Alfred Bauer e Melhor Primeiro Filme no Festival de Berlim, KATALIN VARGA de Peter Strickland, Urso de Prata pela Melhor Contribuição Artística no Festival de Berlim; TALES FROM THE GOLDEN AGE assinado pelos melhores realizadores romenos, entre os quais o galardoado com a Palma de Ouro Cristian Mungiu, apresentado no Un Certain Regard em Cannes, SHIRIN a obra-prima de Abbas Kiarostami, YUKI & NINA de Nobuhiro Suwa e Hippolyte Girardot, apresentado na Quinzena dos Realizadores em Cannes e 36 VUES DU PIC DE SAINT-LOUPS, o último filme de Jacques Rivette , apresentado no Festival de Veneza.
A MIDAS FILMES também assegurou já a distribuição em Portugal dos próximos filmes de Nanni Moretti, HABEMUS PAPAM, Stephen Frears, TAMARA DREW e Jean Luc Godard, SOCIALISME.
“Visualmente magnífico, com um humor absurdo que lembra os road movies de Jim Jarmusch. Tem tudo para ser um filme de culto”. Variety
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KATALIN VARGA
Conquista Prémio Revelação nos Prémios Europeus do Cinema
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KATALIN VARGA de Peter Strickland conquistou o Prémio Revelação nos Prémios Europeus do Cinema, após ter conquistado no Festival de Berlim o Urso de Prata/Melhor Contribuição Artística e a interpretação de Hilda Péter ter sido uma das mais destacadas pela imprensa internacional. A Midas Filmes vai estrear KATALIN VARGA no início de 2010.
Banida da aldeia em que vive pelo marido, Katalin Varga é obrigada a iniciar uma cruzada para encontrar o pai verdadeiro do filho, Orbán. Escondendo do filho o real objectivo da viagem, Katalin atravessa os Cárpatos onde decide reabrir um capítulo sinistro da sua vida e vingar-se do que lhe fizeram. A vingança levá-la-á a voltar a pisar a terra a que onze anos anos implorou para não voltar.
Em 2010, para além de Katalin Varga, a Midas vai estrear vários filmes premiados e destacados nos maiores festivais internacionais: LA TETA ASUSTADA, de Claudia Llosa, Urso de Ouro no Festival de Berlim; GIGANTE, de Adrián Biniez, Urso de Prata/Grande Prémio do Júri, Prémio Alfred Bauer e Melhor Primeiro Filme no Festival de Berlim, TALES FROM THE GOLDEN AGE, assinado pelos melhores realizadores romenos, entre os quais o galardoado com a Palma de Ouro Cristian Mungiu, apresentado no Un Certain Regard em Cannes, SHIRIN a obra-prima de Abbas Kiarostami, NORTE de Rune Denstad Langlo, Prémio da Crítica Internacional no Festival de Berlim, YUKI & NINA de Nobuhiro Suwa e Hippolyte Girardot, apresentado na Quinzena dos Realizadores em Cannes.
A MIDAS FILMES assegurou já também a distribuição em Portugal dos próximos filmes de Nanni Moretti, HABEMUS PAPAM, Stephen Frears, TAMARA DREW e Jean Luc Godard,SOCIALISME.
Em 2009, a Midas estreou 9 filmes nos cinemas, alguns dos quais constarão certamente na lista dos melhores filmes dos anos, entre os quais 4 filmes portugueses e 4 documentários. Nos cinemas, estreou NE CHANGE RIEN e repôs O SANGUE de Pedro Costa, A CORTE DO NORTE de João Botelho, AS PRAIAS DE AGNÈS de Agnès Varda, PATTI SMITH – DREAM OF LIFE de Steven Sebring, AS OPERAÇÕES SAAL de João Dias, CADA UM O SEU CINEMA, filme homenagem do Festival de Cannes, SUJIDADE & SABEDORIA, de Madonna eAFTERSCHOOL – DEPOIS DAS AULAS, de Antonio Campos, que estreou na semana passada e recolheu algumas das melhores críticas do ano.
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AFTERSCHOOL – DEPOIS DAS AULAS estreia a 10 de Dezembro
Em Exclusivo no UCI El Corte Inglés
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AFTERSCHOOL – DEPOIS DA AULAS, primeira longa-metragem do nova-iorquino Antonio Campos, estreia a 10 de Dezembro em exclusivo no UCI El Corte Inglés, distribuído pela Midas Filmes. Uma primeira obra avassaladora sobre uma escola, a descoberta do sexo, as drogas e o you tube, o que os adolescentes fazem longe dos pais, que recebeu as melhores críticas nos maiores festivais internacionais – Cannes, Berlim, Nova Iorque, Deauville, Gijon, Austin – South by Southwest (SXSW), entre outros.
AFTERSCHOOL – DEPOIS DAS AULAS é mais uma aposta da Midas, uma primeira obra de destaque, que tem assim oportunidade de ter estreia comercial em Portugal.
Robert, aluno numa das melhores escolas norte-americanas, filma por acidente a morte de duas colegas. As suas vidas tornam-se no assunto de um projecto audiovisual concebido pela direcção da escola para acelerar o luto colectivo. Mas este projecto cria uma atmosfera de paranóia e mal-estar entre os alunos e os professores.
Corajoso, inteligente e desconcertante. TIME OUT
Se há uma voz que se distingue e promete entre a geração do YouTube é a de Antonio Campos, cuja primeira longa-metragem AFTERSCHOOL – DEPOIS DAS AULAS espalha a intriga numa tragédia de um liceu. Os enquadramentos são brilhantes. É um nome a seguir. THE TIMES
Uma tragédia morbidamente fascinante que é também uma visão sem concessões da hipocrisia americana. Ama-se ou odeia-se, mas é preciso reconhecer que AFTERSCHOOL – DEPOIS DAS AULAS é uma primeira obra de destaque do talentoso realizador nova-iorquino de 24 anos Antonio Campos THE HOLLYWOOD REPORTER
O trabalho do documentarista Frederick Wiseman é uma fonte de inspiração assumida de Campos, mas também podemos citar Gus van Sant ou Michael Haneke. AFTERSCHOOL – DEPOIS DAS AULAS é um filme elegante e perturbador. THE GUARDIAN
Uma notável estreia. Um dos poucos filmes independentes americanos de destaque este ano. LA WEEKLY
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NE CHANGE RIEN estreia a 19 de Novembro
Em Exclusivo no UCI El Corte Inglés em Lisboa e
no Auditório da Fundação de Serralves no Porto
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NE CHANGE RIEN, último filme de Pedro Costa, antestreado na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes, estreia em Portugal a 19 de Novembro, em exclusivo no UCI El Corte Inglés, em Lisboa, e no Auditório da Fundação de Serralves, no Porto.
O filme é distribuído em Portugal pela Midas Filmes e é uma co-produção entre a Optec – Sociedade Óptica e Técnica e a Red Star Cinéma.
NE CHANGE RIEN nasceu da amizade entre a actriz Jeanne Balibar, o director de som Philippe Morel, e Pedro Costa.
Jeanne Balibar, cantora, dos ensaios às gravações, dos concertos rock às provas de canto lírico, dum sótão em Saint Marie-aux-Mines aos palcos de Tóquio, de Johnny Guitar à Périchole de Offenbach.
Em Lisboa, no UCI El Corte Inglés, o filme é exibido às 14h30, 16h45, 19h00, 21h45, 00h05 e aos domingos também às 11h30.
No Auditório da Fundação de Serralves, NE CHANGE RIEN será exibido nos dias 19, 20, 21, 23, 24, 29 e 30 de Novembro e nos dias 1 e 2 de Dezembro, sempre às 21h30. Nos dias 21 e 22, às 18h00, é também apresentado o primeiro filme de Pedro Costa, O SANGUE. No dia 29 de Novembro, Serralves organiza uma jornada em torno da obra do cineasta com a exibição do filme colectivo O Estado do Mundo, às 16h00, e a apresentação da monografia cem mil cigarros – Os Filmes de Pedro Costa, com a presença de Pedro Costa, Ricardo Matos Cabo, Óscar Faria e João Fernandes.
NE CHANGE RIEN foi considerado um dos mais belos filmes do Festival de Cannes pela imprensa nacional e internacional e tem sido aplaudido nos vários festivais onde foi posteriormente apresentado, entre os quais o Festival de Nova Iorque e as retrospectivas dedicadas a Pedro Costa na Filmoteca Espanhola em Madrid e na Tate Modern em Londres.
Em Setembro, a Midas editou também em DVD o seu primeiro filme, O SANGUE, a partir de um novo master digital de alta definição, reeditou em DVD o filme ONDE JAZ O TEU SORRISO?, e tudo isto assinalando a edição de uma grande Monografia sobre a obra do realizador – “cem mil cigarros: os filmes de Pedro Costa” – numa edição de mais de 300 páginas com textos de 28 críticos, ensaístas, realizadores e artistas de todo o mundo (com coordenação editorial de Ricardo Matos Cabo e publicada pela editora Orfeu Negro).
NE CHANGE RIEN
Como é que este cineasta minimalista retrata o acto de cantar? É simples: repetições longas de frases específicas da canção, filmadas em ângulos descentrados com uma iluminação num assombroso preto e branco altamente contrastado. A performance é praticar uma rotina até que ela se torna uma segunda natureza e ao desfamiliarizar o processo dos ensaios, Costa obriga-nos a considerá-los como um espectáculo em si. Mais que qualquer filme no festival, NE CHANGE RIEN vai directo ao coração do que significa criar arte e ao fazê-lo iluminou a questão central em Cannes.
Time Out Chicago - Ben Kenigsberg
O belo filme de Costa é, tal como o anterior retrato dos realizadores Jean-Marie Straub e Danièle Huillet, uma crónica rara do trabalho e do processo criativo.
LA Weekly, Scott Foundas
NE CHANGE RIEN é um filme sobre o processo criativo, sobre o trabalho, pondo em cada plano todo o esforço para que esse plano seja o mais belo do mundo, fazendo com que o contra-luz emerja, como as notas, desde a mais profunda escuridão.
Jaime Pena, Cahiers du Cinéma Espanha
Costa regressa com outro belo filme NE CHANGE RIEN.
The New York Times, Joan Dupont
Excepcionalmente belo, de uma radicalidade rara no cinema.
No final da projecção, os aplausos não paravam.
Cinéma Tunisien, Tahar Chikhaoui
Foi o filme de que mais gostei no festival.
Fotogramas (Espanha), Manu Yáñez
O seu filme não se parece com nenhum outro deste festival.
Libération (França), Philippe Azoury
Filmar a música é um desafio magnífico para um cineasta, é como filmar a vida.
O filme documenta uma batalha e a procura de uma liberdade.
Il Manifesto (Itália), Cristina Piccino
Um magnífico retrato da actriz-cantora, filmada no trabalho, a preto e branco.
Fluctua.net (França)
Cannes tem sido bastante bom até agora.
Costa elevou-o ao sublime, o seu é um belo e fantástico filme.
Light Sensitive (UK), Patrick Z. McGavin
Neste filme Costa joga com a ideia do cinema como música, ou vice-versa.
Ficamos transfigurados, hipnotizados, e finalmente saímos da projecção
sentindo os nossos pés a deslizarem um pouco acima do chão.
Bangkok Post (Tailândia)
Um dos realizadores essenciais do cinema contemporâneo.
Página 12 (Argentina), Luciano Monteagudo
Uma subjugante e hipnótica aproximação às múltiplas facetas musicais da actriz Jeanne Balibar.Um filme que se opõe a todas as convenções e lugares comuns
do sub-género dos retratos de artistas.
Otros Cines (Argentina), Diego Batlle
Costa acaba realizando aquele que é, sem dúvida e em todos os sentidos do termo,
um dos mais belos filmes sobre música jamais realizados. Não é pouco.
Cinética (Brasil), Eduardo Valente
Um documentário sublime.
Artforum (USA), Melissa Anderson
Assisti-lo várias vezes seria um exercício prazenteiro. Melhor que escrever sobre NE CHANGE RIEN certamente é vê-lo.
Filmes Polvo – revista de cinema, Leonardo Amaral
Para já o mais belo momento deste festival.
Diário de Notícas (Portugal), João Lopes
Cannes no seu melhor está em “Ne Change Rien”. Espectral e sublime.
Sombrio e belo de ir às lágrimas.
Expresso (Portugal), Francisco Ferreira
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JEANNE BALIBAR EM CONCERTO
Por ocasião da estreia de NE CHANGE RIEN de Pedro Costa
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Por ocasião da estreia do filme NE CHANGE RIEN de Pedro Costa, Jeanne Balibar estará em Portugal para dois concertos: dia 29 de Outubro, quinta-feira, às 22h00, no Auditório da Fundação de Serralves, no Porto, e dia 31 de Outubro, sábado, às 23h00, no Lux, em Lisboa.
Duas oportunidades únicas de ver em palco a actriz e cantora, acompanhada pelos músicos Rodolphe Burger e Arnaud Roulin.
Jeanne Balibar apresentará também com Pedro Costa as antestreias do filme nos dias 28 de Outubro, quarta- feira, às 21h30, no Auditório da Fundação de Serralves, no Porto, e dia 30 de Outubro, sexta-feira, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa.
O filme estreia em Portugal a 19 de Novembro em exclusivo no cinema UCI El Corte Inglés em Lisboa e no auditório da Fundação de Serralves no Porto.
Os bilhetes para os concertos já estão à venda. Para o concerto de Lisboa na bilheteira do Lux e na Flur e para o concerto de Serralves em www.serralves.pt
Ela é uma Nico da Rive Gauche, uma Marlene do rock da distorção, é cantora de opereta, tortura-se com as torch songs e com o blues, a voz vai de Offenbach a Johnny Guitar, eis Jeanne Balibar, também actriz.
PÚBLICO - Vasco Câmara
Cannes tem sido bastante bom até agora. Costa elevou-o ao sublime, o seu é um belo e fantástico filme. Balibar tem uma voz bela e expressiva. A dada altura um dos técnicos de som do filme diz “Isto sim é uma canção!”. Podemos dizer com Ne change rien, isto sim é um filme.
LIGHT SENSITIVE - Patrick Z. McGavin
Costa acaba realizando aquele que é, sem dúvida e em todos os sentidos do termo, um dos mais belos filmes sobre música jamais realizados. Não é pouco.
CINÉTICA - Eduardo Valente
Proporcionou as imagens mais belas do festival. É tanto um ensaio sobre o processo criativo da actriz e cantora Jeanne Balibar como sobre o próprio Costa: ambos procuram rigorosamente a precisão do tom e do ritmo nos seus trabalhos respectivos.
CAHIERS DU CINÉMA ESPAÑA - Carlos Reviriego
NE CHANGE RIEN é um filme sobre o processo criativo, sobre o trabalho, pondo em cada plano todo o esforço para que esse plano seja o mais belo do mundo, fazendo com que o contra-luz emerja, como as notas, desde a mais profunda escuridão.
CAHIERS DU CINÉMA ESPAÑA – Jaime Pena
Filmar a música é um desafio magnífico para um cineasta, é como filmar a vida.
IL MANIFESTO - Cristina Piccino
Costa regressa com outro belo filme NE CHANGE RIEN.
THE NEW YORK TIMES - Joan Dupont
Sombrio e belo de ir às lágrimas.
EXPRESSO – Francisco Ferreira
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PEDRO COSTA – uma retrospectiva integral na TATE MODERN, em Londres
De 25 de Setembro a 4 de Outubro
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A revista SIGHT & SOUND dedica-lhe um longo dossier de 6 páginas e o diário THE GUARDIAN, o mais prestigiado jornal britânico, diz no título do artigo que lhe dedica que Pedro Costa é o Samuel Beckett do cinema
A TATE MODERN, a mais prestigiada instituição britânica dedicada à arte contemporânea, vai homenagear o cineasta português Pedro Costa, que considera um dos maiores cineastas contemporâneos, organizando uma retrospectiva completa da sua obra, de 25 de Setembro a 4 de Outubro, complementada por quatro programas de filmes que inspiraram o realizador.
A revista SIGHT & SOUND dedica um dossier de 6 páginas à obra de Pedro Costa, destacando a retrospectiva na Tate Modern como uma oportunidade dos ingleses descobrirem a filmografia completa de um “talento singular”. Kieron Corless entrevista Pedro Costa sobre os seus métodos de trabalho e os princípios que subjazem a esses métodos, enquanto o crítico argentino Quintín analisa o crescimento do seu “estilo único”.
O jornal THE GUARDIAN descreve Pedro Costa como o Samuel Beckett do cinema, elogia a sua filmografia e classifica “Ossos” como um dos mais “enigmáticos
Programa da Tate Modern (PDF)
Artigo da Sight & Sound (PDF)
Artigo do The Guardian
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Pedro Costa em destaque em Setembro
Lançamento da monografia Cem mil cigarros – OS FILMES DE PEDRO COSTA, edição de O SANGUE em DVD, reposição de O SANGUE em sala e reedição em DVD de ONDE JAZ O TEU SORRISO?
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Dia 22 de Setembro, terça-feira, na Cinemateca Portuguesa, às 19h30, será apresentada a monografia cem mil cigarros – OS FILMES DE PEDRO COSTA, uma edição de mais de 300 páginas com textos de 28 críticos, ensaístas, realizadores e artistas de todo o mundo, coordenada por Ricardo Matos Cabo e publicada pelas edições Orfeu Negro. Serão também apresentados os lançamentos da Midas Filmes da edição em DVD do primeiro filme de Pedro Costa, O SANGUE, a partir de um novo master digital de alta definição 2K, com restauro digital de imagem e som, e da reedição em DVD de ONDE JAZ O TEU SORRISO? Às 21h30, segue-se uma sessão de O SANGUE na sala Dr. Félix Ribeiro, com a presença do realizador.
O filme será objecto de uma reposição em cópia nova, no dia 24 de Setembro, em exclusivo no cinema UCI El Corte Inglés, em Lisboa, vinte anos depois da sua estreia mundial em Veneza.
As edições em DVD dos dois filmes são edições de coleccionador com várias horas de complementos e estarão à venda a partir do dia 1 de Outubro. O DVD de O SANGUE tem como extras: “Sangue antigo e sangue novo por João Bénard da Costa”, “Órfãos um comentário de Phillipe Azoury”, “Jeanne Balibar canta duas canções um filme de Pedro Costa”, “13 Fotografias de Paulo Nozolino”, “Fotografias de rodagem”, “Filmografia de Pedro Costa”, “Trailers” e “Capítulos”. ONDE JAZ O TEU SORRISO? tem como extras “Danièle Huillet, Jean Marie Straub, Cineastas – filme da colecção cinema de notre temps”, “6 Bagatelas – seis cenas inéditas montadas especialmente para esta edição”, “O Viandante e O Amolador – duas curtas-metragens inéditas de Danièle Huillet e Jean Marie Straub”, “Filmografias Pedro Costa, Danièle Huillet e Jean Marie Straub”.
Em Novembro, a Midas Filmes estreará ainda NE CHANGE RIEN, o último filme do realizador, antestreado na Quinzena dos Realizadores em Cannes. A estreia do filme contará com a presença da actriz Jeanne Balibar.
NE CHANGE RIEN foi também já apresentado na Filmoteca de Madrid, onde foi exibida uma retrospectiva completa do realizador, no Festival de Marselha, na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim, e seguem-se apresentações em mais de vinte festivais em todo o mundo, entre os quais o Festival de Nova Iorque e a Tate Modern em Londres, onde em Setembro e Outubro será apresentada uma retrospectiva completa da obra de Costa e uma selecção de filmes que o inspiraram enquanto realizador.
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As Férias acabaram, mas AS PRAIAS continuam
O grande êxito deste Verão há 5 semanas em exibição
Em Outubro, a Midas edita 2 filmes míticos de Varda em DVD
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No regresso de férias, não perca AS PRAIAS DE AGNÈS, de Agnès Varda, o grande êxito deste Verão, o filme mais aplaudido pela crítica e pela blogosfera, há 5 semanas em exibição.
O filme e a curta-metragem A FELICIDADE de Jorge Silva Melo continuam em exibição em exclusivo no Cinema City Classic Alvalade.
Em Outubro, a realizadora virá a Lisboa, no âmbito da retrospectiva que lhe será dedicada pela Festa do Cinema Francês, e que terá início com a projecção de AS PRAIAS DE AGNÈS na Cinemateca Portuguesa, a 19 de Outubro. Varda acompanhará também a projecção do filme no Porto, na Fundação de Serralves, a 20 de Outubro, que marcará a abertura da Festa do Cinema Francês nessa cidade.
No âmbito da presença da cineasta em Portugal, a Midas Filmes volta a homenageá-la, editando em DVD dois dos seus míticos filmes: “Cléo de 5 à 7 - Duas Horas na Vida de uma Mulher” e “Sans toit ni loi - Sem Eira nem Beira”.
NA BLOGOSFERA
O Sapal
Acho que não tenho capacidade para não gostar dos filmes da Agnès Varda, sobretudo aqueles que são narrados por ela. Só a cena inicial, a dos espelhos na praia, valem a ida ao cinema.
A Glória do Vulgar
Conselho aos leitores : vão a correr ver as praias de agnès varda que vai no restaurado cinema alvalade, na av. de roma. devem ir todos independentemente da idade, tendência política, género, estado civil, habilitação académica ou orientação sexual de cada um.
É um filme que é muito mais do que um filme apesar (ou por causa) de ser um dos filmes mais filme que alguma vez terá sido filmado.
Chuinga 7
Aplauso no título, já que me coibi de o fazer na sala, ontem, quando o filme acabou. Percorrer “As praias de Agnès" Varda é um prazer enorme. Que bom haver quem, ainda, faça cinema assim!
Prazer_inculto
Tenho impressão que ainda não mencionei o facto do filme "As praias de Agnés" ser formidável. Tal como quase tudo desta mulher destemida. Fica aqui a chamada de atenção.
Mise en Abime
Desloquei-me até ao novo cinema da Avenida de Roma para assistir ao filme As Praias de Agnès. Cerca de duas horas depois, encharcada em lágrimas e em recordações, saía dessa mesma sala de cinema, de ouvidos postos nos elogios que não cessavam e feliz como se aquele fosse o meu filme e não o de Agnès Varda. Um filme vivo, uma auto-reflexão em película, um prodígio de registos. Varda salta de registo em registo, ora dramático, ora teatral, ora revivalista, ora cómico, ora surrealista, ora burlesco, ora realista, ora romântico, e, nunca, nem por um momento, perde o pé.
Chanatas
As melhores praias deste verão são nas ruas, dentro dos espelhos do cinema, a bordo dos barquinhos de nada que remamos às arrecuas, tentando fazer luares com a luz do sol.
Miss Golden Eye
As praias de Agnés, filme que nos remete para destinos à beira -mar para tornar mais suportável este querido mês de Agosto.
Tomilho-menta e Hipericão
Se tivesse forma de me expressar melhor poderia fazer um lindo texto sobre o quanto este documentário me tocou. Porém, falta-me o jeito para que me saiam palavras cativantes. Assim, digo apenas que fiquei deslumbrada por conhecer, ainda que através de um ecrã, esta espectacular mulher que fez tantos filmes, entre eles as Respigadoras....
Adorei! ... e recomendo
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SUJIDADE & SABEDORIA
ESTREIA A 10 DE SETEMBRO
Filme de MADONNA
Protagonizado por EUGENE HUTZ, líder dos GOGOL BORDELLO
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FILTH & WISDOM/ SUJIDADE & SABEDORIA, primeira longa-metragem realizada por Madonna, estreia a 10 de Setembro em exclusivo nos cinemas UCI EL CORTE INGLÉS (Lisboa) e UCI ARRÁBIDA (Vila Nova de Gaia). Protagonizado por Eugene Hutz, líder dos Gogol Bordello, é um filme divertido, irreverente e provocador como a rainha da pop.
A.K. (Eugene Hutz) acabou de chegar a Inglaterra vindo da Ucrânia. É filósofo (é pelo menos assim que se apresenta), poeta, e uma autoridade em todos os aspectos da vida. Ao mesmo tempo, tem o grande plano de se tornar numa estrela internacional. Estrelato global, é assim que A. K. descreve o seu objectivo e da sua banda, os Gogol Bordello, que praticam um género particular de punk cigano muito extravagante. No entanto, de momento, e enquanto a oportunidade não chega, veste roupas femininas e finge ser mulher para homens casados.
A. K. partilha o apartamento com duas raparigas, Juliette e Holly. Juliette sonha em ser uma espécie de Florence Nightingale do mundo desenvolvido. Enquanto isso não acontece, trabalha atrás do balcão de uma farmácia gerida por um farmacêutico indiano. Holly é bailarina profissional. O seu grande sonho é dançar no Royal Ballet. Até agora, não ganhou um cêntimo com a dança, e continua a melhorar as suas aptidões como bailarina exótica no Beechman's Exotic Gentleman's Club. Estas três personagens distintas estão no centro deste conto sobre a vida quotidiana de pessoas que são obrigadas a aceitar trabalhos para ganhar a vida, mas que vivem na esperança de um dia concretizar os seus sonhos.
Madonna dá tanto de si em SUJIDADE & SABEDORIA. Cada personagem feminina parece representar a cantora numa das fases da sua vida: a jovem que chegou a Nova Iorque com o intuito de conquistar o mundo, a mãe com outros objectivos, a mulher que luta com a alienação do marido. É um retrato doce, duro e convincente de pessoas que tentam ser alguém na vida. Slant Magazine
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AS PRAIAS DE AGNÈS
O GRANDE ÊXITO DESTE VERÃO
Mais de 2000 Espectadores ao fim de duas semanas de exibição
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AS PRAIAS DE AGNÈS de Agnès Varda e a curta-metragem A FELICIDADE de Jorge Silva Melo continuam a ser um êxito, tendo já ultrapassado os 2000 espectadores ao fim de duas semanas de exibição. O filme reuniu o aplauso da crítica e do público e continua em exibição em exclusivo no Cinema City Classic Alvalade.
AS PRAIAS DE AGNÈS é um dos mais interessantes e singulares documentários da cinematografia contemporânea. Regressando às praias da sua vida, Agnès Varda, uma das mais importantes cineastas francesas, desenha o seu retrato e auto-biografia com este filme. A sua história e a sua vida convocam ao mesmo tempo não só os grandes acontecimentos históricos da época, como também um dos mais férteis períodos da cinematografia francesa, o aparecimento da Nouvelle Vague, de que Varda foi uma das precursoras.
Ao regressar às praias que marcaram a sua vida, Agnès Varda inventa uma forma de auto-documentário. Agnès coloca-se em cena entre os excertos dos seus filmes, imagens e reportagens. Faz-nos partilhar com humor e emoção o seu percurso, os primeiros passos como fotógrafa de teatro, cineasta nos anos cinquenta, a vida com Jacques Demy, a sua militância feminista, as viagens a Cuba, à China e aos EUA, o percurso de produtora independente, a sua vida em família e o amor das praias.
Considerado um dos mais belos filmes de Varda, AS PRAIAS DE AGNÈS ganhou o César de Melhor Documentário, e foi apresentado nos Festivais de Veneza e Toronto.
Em complemento ao filme, é exibida a curta-metragem A FELICIDADE de Jorge Silva Melo com Fernando Lopes, Pedro Gil e Miguel Borges. É a história de um pai e um filho. O pai terá setenta anos, o filho pouco mais de vinte. O filho leva o pai ao hospital. Na rádio, música clássica. O Exsultate, Jubilate de Mozart cantado por Teresa Stich-Randall. Nem o pai sabia que o filho gostava de música clássica, nem o filho sabia que aquela seria a última conversa que teria com o pai. Mas Mozart pede que as almas se alegrem, que os homens rejubilem.
A FELICIDADE estreou no Festival de Curtas-metragens de Vila do Conde e foi também apresentado no Festival Internacional de Cinema do Algarve, no Festival Ibérico de Cinema de Badajoz, onde Fernando Lopes recebeu o Prémio de Melhor Interpretação, no Festival de Huesca, no Festival de Adana e no Festival de Toronto.
AS PRAIAS DE AGNÈS
História de uma vida e história do cinema, é também uma lição de fazer cinema. Um daqueles objectos insólitos tão raros que quando surgem nos ofuscam com o seu brilho. Uma pura jóia do cinema.
Manuel Cintra Ferreira, Expresso
Uma viagem intimista, cruzando as memórias da Nova Vaga, com a vontade de reafirmar um cinema genuinamente confessional. Daí a beleza invulgar deste objecto na primeira pessoa. Um filme para revisitarmos um universo de intransigente originalidade e também um dos grandes acontecimentos do nosso Verão cinematográfico.
João Lopes, Diário de Notícias
A primeira coisa maravilhosa de AS PRAIAS DE AGNÈS é a maneira como ela põe energia ao serviço das memórias, a maneira como o filme mergulha na evocação e na nostalgia sem ficar cativo delas, permanecendo sempre vitalista.
Luís Miguel Oliveira, Público
O filme é tão apaixonante como a sua sabedoria de cinema. No seu caso, e para bem de nós, o cinema é a sua vida.
Rui Pedro Tendinha, Notícias Magazine
Um documentário brilhantemente solar, em tempo de ocaso.
Ana Margarida Carvalho, Visão
É um grande filme. Um brilhante exercício de cinema novo, experimental e refrescante.
Manuel Halpern, JL
Na primeira cena, Agnès Varda explica ao que vem dispondo espelhos pela praia. É um documentário sobre a sua vida, ou melhor, um reflexo da memória da artista. É uma memória carinhosa, amadurecida.
Rui Monteiro, Time Out
A FELICIDADE
São oito minutos íntimos e calorosos.
Jorge Leitão Ramos, Expresso
É um exemplo vivo de como os filmes não se medem aos palmos. Os dez austeros minutos de A FELICIDADE são a prova real da simples e essencial capacidade de olhar à nossa volta.
João Lopes, Diário de Notícias
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AS PRAIAS DE AGNÈS e A FELICIDADE
Grande Êxito na Primeira Semana
Mais de 1000 Espectadores
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AS PRAIAS DE AGNÈS de Agnès Varda e a curta-metragem A FELICIDADE de Jorge Silva Melo foram um grande êxito na primeira semana de exibição, tendo tido mais de 1000 espectadores e reunindo o aplauso da crítica e do público. Em exibição, em exclusivo, no Cinema City Classic Alvalade.
AS PRAIAS DE AGNÈS é um dos mais interessantes e singulares documentários da cinematografia contemporânea. Regressando às praias da sua vida, Agnès Varda, uma das mais importantes cineastas francesas, desenha o seu retrato e auto-biografia com este filme. A sua história e a sua vida convocam ao mesmo tempo não só os grandes acontecimentos históricos da época, como também um dos mais férteis períodos da cinematografia francesa, o aparecimento da Nouvelle Vague, de que Varda foi uma das precursoras.
Ao regressar às praias que marcaram a sua vida, Agnès Varda inventa uma forma de auto-documentário. Agnès coloca-se em cena entre os excertos dos seus filmes, imagens e reportagens. Faz-nos partilhar com humor e emoção o seu percurso, os primeiros passos como fotógrafa de teatro, cineasta nos anos cinquenta, a vida com Jacques Demy, a sua militância feminista, as viagens a Cuba, à China e aos EUA, o percurso de produtora independente, a sua vida em família e o amor das praias.
Considerado um dos mais belos filmes de Varda, AS PRAIAS DE AGNÈS ganhou o César de Melhor Documentário, e foi apresentado nos Festivais de Veneza e Toronto.
Em complemento ao filme, é exibida a curta-metragem A FELICIDADE de Jorge Silva Melo com Fernando Lopes, Pedro Gil e Miguel Borges. É a história de um pai e um filho. O pai terá setenta anos, o filho pouco mais de vinte. O filho leva o pai ao hospital. Na rádio, música clássica. O Exsultate, Jubilate de Mozart cantado por Teresa Stich-Randall. Nem o pai sabia que o filho gostava de música clássica, nem o filho sabia que aquela seria a última conversa que teria com o pai. Mas Mozart pede que as almas se alegrem, que os homens rejubilem.
A FELICIDADE estreou no Festival de Curtas-metragens de Vila do Conde e foi também apresentado no Festival Internacional de Cinema do Algarve, no Festival Ibérico de Cinema de Badajoz, onde Fernando Lopes recebeu o Prémio de Melhor Interpretação, no Festival de Huesca, no Festival de Adana e no Festival de Toronto.
AS PRAIAS DE AGNÈS
História de uma vida e história do cinema, é também uma lição de fazer cinema. Um daqueles objectos insólitos tão raros que quando surgem nos ofuscam com o seu brilho. Uma pura jóia do cinema.
Manuel Cintra Ferreira, Expresso
A primeira coisa maravilhosa de AS PRAIAS DE AGNÈS é a maneira como ela põe energia ao serviço das memórias, a maneira como o filme mergulha na evocação e na nostalgia sem ficar cativo delas, permanecendo sempre vitalista.
Luís Miguel Oliveira, Público
Uma viagem intimista, cruzando as memórias da Nova Vaga, com a vontade de reafirmar um cinema genuinamente confessional. Daí a beleza invulgar deste objecto na primeira pessoa. Um filme para revisitarmos um universo de intransigente originalidade e também um dos grandes acontecimentos do nosso Verão cinematográfico.
João Lopes, Diário de Notícias
O filme é tão apaixonante como a sua sabedoria de cinema. No seu caso, e para bem de nós, o cinema é a sua vida.
Rui Pedro Tendinha, Notícias Magazine
É um grande filme. Um brilhante exercício de cinema novo, experimental e refrescante.
Manuel Halpern, JL
Na primeira cena, Agnès Varda explica ao que vem dispondo espelhos pela praia. É um documentário sobre a sua vida, ou melhor, um reflexo da memória da artista. É uma memória carinhosa, amadurecida.
Rui Monteiro, Time Out
A FELICIDADE
São oito minutos íntimos e calorosos.
Jorge Leitão Ramos, Expresso
É um exemplo vivo de como os filmes não se medem aos palmos. Os dez austeros minutos de A FELICIDADE são a prova real da simples e essencial capacidade de olhar à nossa volta.
João Lopes, Diário de Notícias
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A CORTE DO NORTE
E 4 vídeos da Fadista Carminho filmados por João Botelho
Sessão Especial na Cinemateca Portuguesa |
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SESSÃO ESPECIAL NA CINEMATECA PORTUGUESA
COM A PRESENÇA DE JOÃO BOTELHO E DA FADISTA CARMINHO
A CORTE DO NORTE, a magnífica adaptação por João Botelho do romance de Agustina de Bessa Luís, vai ter uma sessão especial na Cinemateca Portuguesa, a 6 de Julho, às 21h30, sessão essa em que também serão apresentados os vídeos que João Botelho filmou para quatro temas da jovem fadista Carminho: “Meu Amor Marinheiro”, “A Bia da Mouraria”, “Escrevi teu nome no Vento” e “Espelho Quebrado”.
A CORTE DO NORTE, epopeia familiar em que Ana Moreira dá corpo às várias mulheres que atravessam gerações da mesma família, estreou a 19 de Março em Portugal depois de ter recebido a Menção Especial do Júri no Festival de Roma e ter conquistado os elogios da crítica nos Festivais de Nova Iorque e do Rio de Janeiro.
“Meu Amor Marinheiro” (António Campos e Joaquim Pimentel), “A Bia da Mouraria” (António José e Nóbrega de Sousa), “Escrevi teu nome no Vento” (Jorge Rosa e Raul Ferrão) e “Espelho Quebrado” (David Mourão-Ferreira e Alain Oulman) foram filmados nos dias 20 e 21 de Maio em Lisboa, na Mouraria e no Belém Clube da Calçada da Ajuda. Os músicos que acompanharam a fadista foram Luís Guerreiro na Guitarra Portuguesa, Diogo Clemente na viola fado e Yami na viola baixo.
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AS PRAIAS DE AGNÈS
Estreia a 23 de Julho
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Em exclusivo no Cinema City Classic Alvalade
Em complemento a curta-metragem A FELICIDADE, de Jorge Silva Melo
AS PRAIAS DE AGNÈS (M/12 Q), um filme de Agnès Varda, estreará a 23 de Julho em exclusivo no Cinema City Classic Alvalade (Av. de Roma, 100, Lisboa). Em complemento estreia a curta-metragem A FELICIDADE (M/6) de Jorge Silva Melo.
AS PRAIAS DE AGNÈS é um dos mais interessantes e singulares documentários da cinematografia contemporânea. Regressando às praias da sua vida, Agnès Varda, uma das mais importantes cineastas francesas, desenha o seu retrato e auto-biografia com este filme. A sua história e a sua vida convocam ao mesmo tempo não só os grandes acontecimentos históricos da época, como também um dos mais férteis períodos da cinematografia francesa, o aparecimento da Nouvelle Vague, de que Varda foi uma das precursoras.
Ao regressar às praias que marcaram a sua vida, Agnès Varda inventa uma forma de auto-documentário. Agnès coloca-se em cena entre os excertos dos seus filmes, imagens e reportagens. Faz-nos partilhar com humor e emoção o seu percurso, os primeiros passos como fotógrafa de teatro, cineasta nos anos cinquenta, a vida com Jacques Demy, a sua militância feminista, as viagens a Cuba, à China e aos EUA, o percurso de produtora independente, a sua vida em família e o amor das praias.
Considerado um dos mais belos filmes de Varda, AS PRAIAS DE AGNÈS ganhou o César de Melhor Documentário, e foi apresentado nos Festivais de Veneza e Toronto.
Em complemento ao filme, estreia a curta-metragem A FELICIDADE de Jorge Silva Melo com Fernando Lopes, Pedro Gil e Miguel Borges. É a história de um pai e um filho. O pai terá setenta anos, o filho pouco mais de vinte. O filho leva o pai ao hospital. Na rádio, música clássica. O Exsultate, Jubilate de Mozart cantado por Teresa Stich-Randall. Nem o pai sabia que o filho gostava de música clássica, nem o filho sabia que aquela seria a última conversa que teria com o pai. Mas Mozart pede que as almas se alegrem, que os homens rejubilem.
A FELICIDADE estreou no Festival de Curtas-metragens de Vila do Conde e foi também apresentado no Festival Internacional de Cinema do Algarve, no Festival Ibérico de Cinema de Badajoz, onde Fernando Lopes recebeu o Prémio de Melhor Interpretação, no Festival de Huesca, no Festival de Adana e no Festival de Toronto.
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NE CHANGE RIEN
Amanhã em antestreia na Filmoteca Espanhola em Madrid
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Estreia em Portugal a 5 de Novembro
tem estreia assegurada em 7 países
e
foi já seleccionado para mais de 20 festivais
NE CHANGE RIEN é antestreado amanhã, sexta-feira, dia 26 de Junho, na Filmoteca Espanhola, em Madrid, último filme de Pedro Costa e da retrospectiva integral que lhe é dedicada em Espanha. Depois da antestreia mundial do filme no Festival de Cannes, a Midas filmes estreará NE CHANGE RIEN a 5 de Novembro próximo em Portugal e o filme tem já estreia comercial nos cinemas assegurada em 7 países que adquiriram os seus direitos: Estados Unidos, França, Espanha, Japão, Áustria, Suíça e Argentina. NE CHANGE RIEN será também apresentado em vários festivais, mostras e retrospectivas para os quais foi seleccionado, prova da vitalidade e repercussão internacional extraordinária da obra de Pedro Costa.
Em Setembro, a Midas editará também em DVD o seu primeiro filme, O SANGUE, a partir de um novo master digital de alta definição, que será acompanhada pela reposição do filme nos cinemas (20 anos depois da sua estreia no Festival de Veneza), pela reedição em DVD do filme ONDE JAZ O TEU SORRISO?, e tudo isto assinalando a edição de uma grande Monografia sobre a obra do realizador – “CEM MIL CIGARROS: os filmes de Pedro Costa” – numa edição de mais de 300 páginas com textos de 28 críticos, ensaístas, realizadores e artistas de todo o mundo (com coordenação editorial de Ricardo Matos Cabo e publicada pela editora Orfeu Negro), a 10 de Setembro.
NE CHANGE RIEN foi considerado um dos mais belos filmes do Festival de Cannes pela imprensa nacional e internacional e a obra de Pedro Costa volta a estar em destaque em Espanha, onde foi alvo de uma retrospectiva completa da sua filmografia no âmbito da Photoespaña, em colaboração com a Filmoteca Española e uma instalação no Matadero. Entre os dias 3 e 30 de Junho estão a ser apresentados todos os seus filmes na sala da Filmoteca Espanhola, o Cine Doré, e alguns filmes escolhidos pelo realizador. Pedro Costa deu também um workshop entre os dias 1 e 5 de Junho na Casa Encendida e a edição da revista Cahiers du Cinéma Espanha dedicou um número especial, com 36 páginas, à obra do realizador.
A Cannes e Madrid seguir-se-ão presenças na Haus der Kulturen der Welt (Casa das Culturas do Mundo) em Berlim (Alemanha), a 4 de Julho, no Festival de Marselha (França), no Festival New Horizons em Cracóvia (Polónia), no Film & Music Fest em Atenas (Grécia), na Tate Modern, em Londres (Reino Unido), onde será alvo de uma retrospectiva completa, no New York Film Fest em Nova Iorque (EUA), no Festival de Miami (EUA), no Festival de Roterdão (Holanda), no Valdivia Fest (Chile), no Buenos Aires Docs (Argentina), na Viennale em Viena (Áustria), no Cali Fest (Colômbia), AFI Fest - Los Angeles International Film Festival (EUA), Turim Fest e Festival de Bergamo (Itália), Festival Golden Horse (Taiwan). Em 2010, seguem-se os festivais de Guadalajara (México), Jeonju (Coreia do Sul), Buenos Aires BAFI (Argentina) e Cineteca Bologna (Itália).
NE CHANGE RIEN
Como é que este cineasta minimalista retrata o acto de cantar? É simples: repetições longas de frases específicas da canção, filmadas em ângulos descentrados com uma iluminação num assombroso preto e branco altamente contrastado. A performance é praticar uma rotina até que ela se torna uma segunda natureza e ao desfamiliarizar o processo dos ensaios, Costa obriga-nos a considerá-los como um espectáculo em si. Mais que qualquer filme no festival, NE CHANGE RIEN vai directo ao coração do que significa criar arte e ao fazê-lo iluminou a questão central em Cannes.
Time Out Chicago - Ben Kenigsberg
O belo filme de Costa é, tal como o anterior retrato dos realizadores Jean-Marie Straub e Danièle Huillet, uma crónica rara do trabalho e do processo criativo.
LA Weekly, Scott Foundas
NE CHANGE RIEN é um filme sobre o processo criativo, sobre o trabalho, pondo em cada plano todo o esforço para que esse plano seja o mais belo do mundo, fazendo com que o contra-luz emerja,
como as notas, desde a mais profunda escuridão.
Jaime Pena, Cahiers du Cinéma Espanha
Costa regressa com outro belo filme NE CHANGE RIEN.
The New York Times, Joan Dupont
Excepcionalmente belo, de uma radicalidade rara no cinema.
No final da projecção, os aplausos não paravam.
Cinéma Tunisien, Tahar Chikhaoui
Foi o filme de que mais gostei no festival.
Fotogramas (Espanha), Manu Yáñez
O seu filme não se parece com nenhum outro deste festival.
Libération (França), Philippe Azoury
Filmar a música é um desafio magnífico para um cineasta, é como filmar a vida.
O filme documenta uma batalha e a procura de uma liberdade.
Il Manifesto (Itália), Cristina Piccino
Um magnífico retrato da actriz-cantora, filmada no trabalho, a preto e branco.
Fluctua.net (França)
Cannes tem sido bastante bom até agora.
Costa elevou-o ao sublime, o seu é um belo e fantástico filme.
Light Sensitive (UK), Patrick Z. McGavin
Neste filme Costa joga com a ideia do cinema como música, ou vice-versa.
Ficamos transfigurados, hipnotizados, e finalmente saímos da projecção sentindo os nossos pés a deslizarem um pouco acima do chão.
Bangkok Post (Tailândia)
Um dos realizadores essenciais do cinema contemporâneo.
Página 12 (Argentina), Luciano Monteagudo
Uma subjugante e hipnótica aproximação às múltiplas facetas musicais da actriz Jeanne Balibar.
Um filme que se opõe a todas as convenções e lugares comuns do sub-género dos retratos de artistas. Otros Cines (Argentina), Diego Batlle
Costa acaba realizando aquele que é, sem dúvida e em todos os sentidos do termo, um dos mais belos filmes sobre música jamais realizados. Não é pouco.
Cinética (Brasil), Eduardo Valente
Um documentário sublime.
Artforum (UK), Melissa Anderson
Assisti-lo várias vezes seria um exercício prazenteiro.
Melhor que escrever sobre NE CHANGE RIEN certamente é vê-lo.
Filmes Polvo – revista de cinema, Leonardo Amaral
Para já o mais belo momento deste festival.
Diário de Notícas (Portugal), João Lopes
Cannes no seu melhor está em “Ne Change Rien”.
Espectral e sublime.
Sombrio e belo de ir às lágrimas.
Expresso (Portugal), Francisco Ferreira
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PEDRO COSTA
Grande Destaque em Espanha
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RETROSPECTIVA COMPLETA DA SUA OBRA – WORKSHOP –
EDIÇÃO ESPECIAL DOS CAHIERS DU CINÉMA (Espanha) – INSTALAÇÃO NO MATADERO
na PHOTOESPAÑA
PEDRO COSTA, vai ter uma retrospectiva completa da sua obra no âmbito da Photoespaña em colaboração com a Filmoteca Española e uma instalação no Matadero, destacando desta forma aquele que é um dos mais importantes cineastas contemporâneos, cuja obra tem sido alvo de retrospectivas e presenças em festivais no mundo inteiro. Entre os dias 3 e 30 de Junho serão apresentados todos os seus filmes na sala da Filmoteca Espanola, o Cine Doré, e alguns filmes escolhidos pelo realizador.
O realizador dará também um workshop entre os dias 1 e 5 de Junho na Casa Encendida e a edição da revista Cahiers du Cinéma Espanha dedicou um número especial, com 36 páginas, à obra de Costa, com textos de Carlos F.Heredero (director da revista), Glòria Salvadó Corretger, Fran Benavente, Carlos Reviriego, José Manuel López, Santos Zunzunegui, Eulàlia Iglesias, Álvaro Arroba, Jara Yáñez, Gonzalo de Lucas, Lourdes Monterrubio,, Carlos Losilla, Ángel Quintana, Jaime Pena, Antoine Thirion, Andy Rector e Miguel Gomes.
No dia 3, dia em que inaugura a Photoespaña, começa também a retrospectiva dedicada a Pedro Costa com a exibição de O SANGUE (1990), filme que voltará a ser exibido a 19 de Junho. A 4 de Junho e 21 de Junho é apresentado CASA DE LAVA (1994) , a 5 e 23 de Junho OSSOS (1997), e a 6 e 24 de Junho NO QUARTO DA VANDA (2000). A 7 e 17 de Junho é exibido MEMORIES(2007) filme colectivo em que Pedro Costa participa com o segmento THE RABBIT HUNTERS.
A 9 e 28 de Junho, é a vez de JUVENTUDE EM MARCHA (2006) e a 10 e 25 de Junho, é apresentado o filme colectivo O ESTADO DO MUNDO (2006), em que Pedro Costa assina TARRAFAL. A 13 e 16 de Junho, é apresentado ONDE JAZ O TEU SORRISO?, o documentário sobre Jean-Marie Straub e Danièle Huillet, e a 13 e 16 de Junho 6 BAGATELAS, seguido do filme de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub SICILIA!.
A 14 e 19 de Junho, é exibido o documentário de Aurélien Gerbault, TOUT REFLEURIT: PEDRO COSTA, CINÉASTE e a 18 de Junho é apresentado o filme TRÁS-OS-MONTES de António Reis e Margarida Cordeiro.
A 26 e 30 de Junho, é exibido o último filme de Pedro Costa, NE CHANGE RIEN, estreado mundialmente na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes, em que foi considerado um dos mais belos filmes do festival e que estreará em Portugal a 5 de Novembro.
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AS OPERAÇÕES SAAL
Sessão Especial com o Arq. Carrilho da Graça
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AS OPERAÇÕES SAAL continua em exibição no Cinema City Classic Alvalade (Av. de Roma, 100), diariamente às 19h15, depois de três semanas de exibição em que esgotou várias sessões e ultrapassou os 1500 espectadores. Esta segunda-feira, dia 1 de Junho, a sessão será seguida de um debate com o realizador João Dias e o arquitecto João Luís Carilho da Graça, recentemente galardoado com o Prémio Pessoa, tendo sublinhado aquando da entrega do prémio a “necessidade de assumir o papel social da arquitectura”.
Distribuído pela Midas Filmes e produzido pela Optec, AS OPERAÇÕES SAAL é o mais completo, abrangente e emocionalmente rico documento, de um período crítico do Pais e da sua história recente. Em 1974/75, um projecto de habitação envolveu arquitectos e população numa iniciativa única e revolucionária. Os pobres conquistavam casas, que eles próprios construíam, e a arquitectura portuguesa dava um passo ímpar na sua afirmação dentro e fora de portas.
Antestreado na Trienal de Arquitectura e no DocLisboa, onde ganhou o Prémio Midas/Distribuição para Melhor Documentário Português, AS OPERAÇÕES SAAL reuniu o aplauso de arquitectos, público e críticos.
Trinta anos depois, as memórias filmadas dos actores destes processos ajudam a entender as repercussões sociais e culturais das Operações SAAL, ao mesmo tempo que um extenso acervo documental inédito ajudará a reflectir sobre os caminhos que a arquitectura e o urbanismo têm percorrido desde essa altura.
Mas o alcance do filme abrange a problemática mais lata da participação democrática e cidadã nos destinos da sociedade. Quer enquanto dispositivo de recolha de informação, quer como registo fílmico documental, AS OPERAÇÕES SAAL é um exemplo de documentário crítico, porque os sucessivos avanços na acção – e no território – resultam de um obsessivo desejo de intromissão na verdade, contaminado de um sentido de urgência perante factos em risco de desaparecimento.
Excelente trabalho. Para além das suas qualidades no trabalho das referências documentais e da hábil interligação que o filme vai fazendo entre as imagens de arquivo e as declarações de alguns arquitectos que marcaram presença no processo, de Siza Vieira a Raúl Hestnes, passando por Souto Moura, Teotónio Pereira e outros, o filme de João Dias impõe-se como um documento imprescindível para o conhecimento da nossa história.
MANUEL CINTRA FERREIRA/EXPRESSO
Um contributo documentalmente interessantíssimo. O principal trunfo de "As Operações SAAL" está na clareza com que aborda um tema particular e circunscrito, entendendo-o e integrando-o, em simultâneo, como parte de um processo mais vasto. Explicando melhor: o filme de João Dias investiga, trinta e tal anos depois, o que foram, como se fizeram e que efeitos tiveram as "operações SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local]", um projecto lançado durante os governos do PREC com o objectivo de responder, rapidamente, às necessidades de alojamento ou realojamento das populações mais carenciadas.
LUÍS MIGUEL OLIVEIRA/PÚBLICO
Logo depois do 25 de Abril, os arquitectos portugueses também quiseram fazer a revolução, mudar Portugal, construir um país melhor. Em AS OPERAÇÕES SAAL, João Dias recorda esses dias em que os arquitectos portugueses quiseram revolucionar a habitação popular.
EURICO DE BARROS/DN
EM EXIBIÇÃO: CINEMA CITY CLASSIC ALVALADE – ATÉ DIA 3 DE JUNHO
AV. DE ROMA 100
HORÁRIOS: diariamente às 19h15
Descontos para grupos: 4,5 euros por pessoa
Para marcações contactar Marta Fernandes / Midas Filmes -marta.fernandes@midas-filmes.pt
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NE CHANGE RIEN
Uma das grandes revelações do festival de Cannes
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Ne Change Rien de Pedro Costa, foi uma das grandes revelações do festival de Cannes e os ecos da sua passagem começam a chegar um pouco de todo o mundo, onde o filme é saudado pela sua absoluta originalidade e singularidade. Um filme que não se parece com nenhum outro…
Para além do elogio unânime da imprensa portuguesa presente em Cannes, o filme é saudado em jornais, revistas e blogues de todos os continentes.
Foi o filme de que mais gostei no festival.
Fotogramas (Espanha), Manu Yáñez
O seu filme não se parece com nenhum outro deste festival.
Libération (França), Philippe Azoury
Filmar a música é um desafio magnífico para um cineasta, é como filmar a vida.
O filme documenta uma batalha e a procura de uma liberdade.
Il Manifesto (Itália), Cristina Piccino
Um magnífico retrato da actriz-cantora, filmada no trabalho, a preto e branco.
Fluctua.net (França)
Cannes tem sido bastante bom até agora.
Costa elevou-o ao sublime, o seu é um belo e fantástico filme.
Light Sensitive (UK), Patrick Z. McGavin
Neste filme Costa joga com a ideia do cinema como música, ou vice-versa.
Ficamos transfigurados, hipnotizados, e finalmente saímos da projecção sentindo os nossos pés a deslizarem um pouco acima do chão.
Bangkok Post (Tailândia)
Um dos realizadores essenciais do cinema contemporâneo.
Página 12 (Argentina), Luciano Monteagudo
Uma subjugante e hipnótica aproximação às múltiplas facetas musicais da actriz Jeanne Balibar.
Um filme que se opõe a todas as convenções e lugares comuns do sub-género dos retratos de artistas. Otros Cines (Argentina), Diego Batlle
Costa acaba realizando aquele que é, sem dúvida e em todos os sentidos do termo, um dos mais belos filmes sobre música jamais realizados. Não é pouco.
Cinética (Brasil), Eduardo Valente
Um documentário sublime.
Artforum (UK), Melissa Anderson
Para já o mais belo momento deste festival.
Diário de Notícas (Portugal), João Lopes
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NE CHANGE RIEN DE PEDRO COSTA
Estreia Mundial Amanhã na Quinzena dos Realizadores em Cannes
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Estreia em Portugal pela Midas a 22 de Outubro
NE CHANGE RIEN de Pedro Costa terá a sua estreia mundial amanhã, às 22h00, na Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes. O filme vai ser estreado pela Midas Filmes a 22 de Outubro em Portugal, com a presença da actriz Jeanne Balibar.
NE CHANGE RIEN nasceu da amizade entre a actriz Jeanne Balibar, o director de som Philippe Morel, e Pedro Costa. Jeanne Balibar, cantora, dos ensaios às gravações, dos concertos rock às provas de canto lírico, dum sótão em Saint Marie-aux-Mines aos palcos de Tóquio, de Johnny Guitar à Périchole de Offenbach.
NE CHANGE RIEN é uma produção da Optec – Sociedade Óptica e Técnica de Abel Ribeiro Chaves em co-produção com a produtora francesa Red Star Cinéma, tendo já assegurada também a sua estreia em França.
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AS OPERAÇÕES SAAL
Mais de 1.000 espectadores na primeira semana de exibição.
Continua em Exibição no Cinema City Classic Alvalade, diariamente às 17h00, 19h15 e 21h45.
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Continua em Exibição no Cinema City Classic Alvalade,
diariamente às 17h00, 19h15 e 21h45
Sessão Especial com o arquitecto Nuno Portas, domingo, 17 Maio, às 19h15
AS OPERAÇÕES SAAL, de João Dias, distribuído pela Midas Filmes, continuára mais uma semana em exibição no Cinema City Classic Alvalade(Av. de Roma, 100) depois de uma primeira semana com várias sessões esgotadas e mais de 800 espectadores.
No próximo domingo, dia 17 de Maio, às 19h15, a sessão será apresentada pelo realizador João Dias e pelo arquitecto Nuno Portas.
AS OPERAÇÕES SAAL, de João Dias, distribuído pela Midas Filmes, fez 1.037 espectadores na primeira semana de exibição, esgotando várias sessões, e continuará em exibição no Cinema City Alvalade (Av. de Roma, 100), diariamente às 17h00, 19h15 e 21h45.
No próximo domingo, dia 17 de Maio, às 19h15, a sessão será apresentada pelo realizador João Dias e pelo arquitecto Nuno Portas.
AS OPERAÇÕES SAAL é o mais completo, abrangente e emocionalmente rico documento, de um período crítico do Pais e da sua história recente. Em 1974/75, um projecto de habitação envolveu arquitectos e população numa iniciativa única e revolucionária. Os pobres conquistavam casas, que eles próprios construíam, e a arquitectura portuguesa dava um passo ímpar na sua afirmação dentro e fora de portas.
Antestreado na Trienal de Arquitectura e no DocLisboa, onde ganhou o Prémio Midas/Distribuição para Melhor Documentário Português, AS OPERAÇÕES SAAL reuniu o aplauso de arquitectos, público e críticos.
Trinta anos depois, as memórias filmadas dos actores destes processos ajudam a entender as repercussões sociais e culturais das Operações SAAL, ao mesmo tempo que um extenso acervo documental inédito ajudará a reflectir sobre os caminhos que a arquitectura e o urbanismo têm percorrido desde essa altura.
Mas o alcance do filme abrange a problemática mais lata da participação democrática e cidadã nos destinos da sociedade. Quer enquanto dispositivo de recolha de informação, quer como registo fílmico documental, AS OPERAÇÕES SAAL é um exemplo de documentário crítico, porque os sucessivos avanços na acção – e no território – resultam de um obsessivo desejo de intromissão na verdade, contaminado de um sentido de urgência perante factos em risco de desaparecimento.
EM EXIBIÇÃO: 14 A 20 DE MAIO
CINEMA CITY CLASSIC ALVALADE
AV. DE ROMA 100
HORÁRIOS: diariamente às 17h00, 19h15 e 21h45
Descontos para grupos: 4,5 euros por pessoa
Para marcações contactar Marta Fernandes / Midas Filmes - marta.fernandes@midas-filmes.pt
Excelente trabalho. Para além das suas qualidades no trabalho das referências documentais e da hábil interligação que o filme vai fazendo entre as imagens de arquivo e as declarações de alguns arquitectos que marcaram presença no processo, de Siza Vieira a Raúl Hestnes, passando por Souto Moura, Teotónio Pereira e outros, o filme de João Dias impõe-se como um documento imprescindível para o conhecimento da nossa história.
MANUEL CINTRA FERREIRA/EXPRESSO
Um contributo documentalmente interessantíssimo. O principal trunfo de "As Operações SAAL" está na clareza com que aborda um tema particular e circunscrito, entendendo-o e integrando-o, em simultâneo, como parte de um processo mais vasto. Explicando melhor: o filme de João Dias investiga, trinta e tal anos depois, o que foram, como se fizeram e que efeitos tiveram as "operações SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local]", um projecto lançado durante os governos do PREC com o objectivo de responder, rapidamente, às necessidades de alojamento ou realojamento das populações mais carenciadas.
LUÍS MIGUEL OLIVEIRA/PÚBLICO
Logo depois do 25 de Abril, os arquitectos portugueses também quiseram fazer a revolução, mudar Portugal, construir um país melhor. Em AS OPERAÇÕES SAAL, João Dias recorda esses dias em que os arquitectos portugueses quiseram revolucionar a habitação popular.
EURICO DE BARROS/DN
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CADA UM O SEU CINEMA
Estreia a 14 de Maio em exclusivo no UCI El Corte Ingles
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33 FILMES DE AMOR AO GRANDE ECRÃ FEITOS PELOS MAIORES CINEASTAS DO MUNDO
CADA UM O SEU CINEMA, um filme absolutamente único, realizado por ocasião dos 60 anos do Festival de Cannes, o festival de cinema mais importante do mundo, estreia em Portugal a 14 de Maio, em exclusivo no cinema UCI El Corte Inglés.
O filme reúne o modo como 33 cineastas de 25 países olham o cinema e as salas de cinema, lugar de comunhão dos cinéfilos do mundo inteiro. Objecto cinematográfico imperdível, autêntico compêndio do estado do mundo do cinema e das singularidade de cada cineasta.
São 33 filmes de 3 minutos realizados por
Theo Angelopoulos | Olivier Assayas | Bille August | Jane Campion|Youssef Chahine | Chen Kaige | David Cronenberg | Jean-Pierre & Luc Dardenne|Manoel De Oliveira | Raymond Depardon| Atom Egoyan |Amos Gitai|Hou Hsiao-Hsien | Alejandro González Iñarritu | Aki Kaurismäki|Abbas Kiarostami | Takeshi Kitano | Andrei Konchalovsky | Claude Lelouch |Ken Loach | David Lynch | Nanni Moretti | Roman Polanski | Raúl Ruiz| Walter Salles| Elia Suleiman |Tsai Ming-Liang |Gus Van Sant |Lars Von Trier| Wim Wenders |Wong Kar Wai | Zhang Yimou
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AS OPERAÇÕES SAAL
Estreia a 7 de Maio
no Cinema City Classic Alvalade
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AS OPERAÇÕES SAAL, de João Dias, distribuído pela Midas Filmes, estreia a 7 de Maio e estará uma semana em exibição no Cinema City Classic Alvalade (Av. de Roma, 100). AS OPERAÇÕES SAAL é o mais completo, abrangente e emocionalmente rico documento, de um período crítico do Pais e da sua história recente. Em 1974/75, um projecto de habitação envolveu arquitectos e população numa iniciativa única e revolucionária. Os pobres conquistavam casas, que eles próprios construíam, e a arquitectura portuguesa dava um passo ímpar na sua afirmação dentro e fora de portas.
Antestreado na Trienal de Arquitectura e no DocLisboa, onde ganhou o Prémio Midas/Distribuição para Melhor Documentário Português, AS OPERAÇÕES SAAL reuniu o aplauso de arquitectos, público e críticos.
Trinta anos depois, as memórias filmadas dos actores destes processos ajudam a entender as repercussões sociais e culturais das Operações SAAL, ao mesmo tempo que um extenso acervo documental inédito ajudará a reflectir sobre os caminhos que a arquitectura e o urbanismo têm percorrido desde essa altura.
Mas o alcance do filme abrange a problemática mais lata da participação democrática e cidadã nos destinos da sociedade. Quer enquanto dispositivo de recolha de informação, quer como registo fílmico documental, AS OPERAÇÕES SAAL é um exemplo de documentário crítico, porque os sucessivos avanços na acção – e no território – resultam de um obsessivo desejo de intromissão na verdade, contaminado de um sentido de urgência perante factos em risco de desaparecimento.
EM EXIBIÇÃO: 7 A 13 DE MAIO
CINEMA CITY CLASSIC ALVALADE
AV. DE ROMA 100
HORÁRIOS: diariamente às 19h15, 21h45, de 2ª a 6ª também às 17h00
Descontos para grupos: 4,5 euros por pessoa
Para marcações contactar Marta Fernandes / Midas Filmes - marta.fernandes@midas-filmes.pt
Dossier de imprensa
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PATTI SMITH – DREAM OF LIFE
Aclamado pela crítica 2ª semana de exibição
no Cinema City Classic Alvalade
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PATTI SMITH – DREAM OF LIFE entra hoje em segunda semana de exibição no Cinema City Classic Alvalade, tendo sido aclamado pela crítica portuguesa.
Vai entrar na galeria de objectos de culto do cinema sobre música.
João Lopes, Diário de Notícias
O mais próximo que podemos estar de Patti Smith.
Kathleen Gomes, Público
Dificilmente poderia pedir-se melhor homenagem.
Francisco Ferreira, Expresso
Não é um típico documentário musical, mas antes um retrato da mulher,
do seu mundo, da poesia e da música que dela fez um ícone.
Nuno Galopim, Diário de Notícias
O que fica é uma intimidade desarmante e
o relato de uma mulher que nos inspirará para sempre.
Apetece estar sempre colado a esta dama forte do rock americano.
Rui Pedro Tendinha, Notícias Magazine
Absorvente. Embora recheado de memória, em PATTI SMITH: DREAM OF LIFE
interessa mais o pensamento e a arte e o activismo do que a nostalgia. Felizmente.
Rui Monteiro, Time Out
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A CORTE DO NORTE ESTREIA A 19 DE MARÇO
Antestreias no Teatro Nacional de São Carlos
e
na Fundação de Serralves
Exposição dedicada à Vida e Obra de Agustina Bessa Luís |
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A CORTE DO NORTE, uma magnífica adaptação por João Botelho do romance de Agustina de Bessa Luís, estreia em 8 salas de todo o país a 19 de Março, numa distribuição da Midas Filmes.
No próximo sábado, dia 14 de Março, às 21h30, o filme terá a sua antestreia nacional do Teatro Nacional de São Carlos, uma sessão que contará com a presença de Sua Excelência o Presidente da República e a Dra. Maria Cavaco Silva, a que se seguirá no dia 16 de Março, também às 21h30, a antestreia no Porto, na Fundação de Serralves.
As antestreias, que contam com o patrocínio da Guimarães Editores, serão acompanhadas por uma exposição produzida pelo Instituto Camões em homenagem à escritora Agustina Bessa Luís, que irá circular depois por toda a rede de docência do Instituto Camões no estrangeiro e que complementará o destaque que, este ano, será dado, no âmbito dos curricula dessa rede, à obra da escritora.
A 19 de Março o filme estreia nos cinemas UCI El Corte Inglés e Zon Lusomundo Amoreiras, em Lisboa, Zon Lusomundo Dolce Vita Porto, no Porto, no Zon Lusomundo Mar Shopping, em Leça da Palmeira, Zon Lusomundo Fórum, em Coimbra, Zon Lusomundo Palácio do Gelo, em Viseu, Zon Lusomundo Braga Parque, em Braga e Zon Lusomundo Dolce Vita Douro, em Vila Real.
A CORTE DO NORTE recebeu a Menção Especial do Júri no Festival de Roma, depois de ter conquistado já os elogios da crítica nos Festivais de Nova Iorque e do Rio de Janeiro.
[os fotógrafos e/ou jornalistas que quiserem estar presentes no início das antestreias deverão contactar a Midas Filmes (marta.fernandes@midas-filmes.pt) com antecedência]
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AS PRAIAS DE AGNÈS vence o
CÉSAR de MELHOR DOCUMENTÁRIO
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AS PRAIAS DE AGNÈS venceu o César de Melhor Documentário. Regressando às praias da sua vida, Agnès Varda, uma das mais importantes cineastas francesas, desenha o seu retrato e auto-biografia com este filme, um dos mais interessantes e singulares documentários da cinematografia contemporânea.
A cineasta partilha com humor e emoção os seus primeiros passos como fotógrafa, as suas experiências enquanto uma das primeiras realizadoras na Nouvelle Vague francesa, a sua vida com o realizador Jacques Demy, o seu feminismo, as suas viagens a Cuba, China e aos Estados Unidos, a vida com a sua família e como produtora independente. Um mulher livre e curiosa. A sua história e a sua vida convocam ao mesmo tempo não só os grandes acontecimentos históricos da época, como também um dos mais férteis períodos da cinematografia francesa, o aparecimento da Nouvelle Vague, de que Varda foi uma das percursoras.
AS PRAIAS DE AGNÈS estreará em Portugal em Junho de 2009.
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GIGANTE, o grande vencedor do Festival de Berlim,
vai ser estreado em Portugal pela Midas Filmes
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Adrián Biniez |
O primeiro filme do argentino Adrián Biniez, GIGANTE, foi o grande vencedor do Festival de Berlim e será estreado em Portugal pela Midas Filmes. GIGANTE conquistou três prémios: o Urso de Prata do Grande Prémio do Júri, o Prémio Alfred Bauer (atribuído a "filmes que abrem novas perspectivas artísticas") e o Prémio de Melhor Primeiro Filme.
É a história de Jara, um segurança de supermercado que se apaixona por uma empregada de limpeza, que observa através dos monitores de vigilância, uma atracção que gradualmente se transforma em obsessão. Jara começa a seguir Julia depois do trabalho e a sua vida começa a organizar-se em função das rotinas da empregada, até que um dia ela é despedida e Jara se vê numa encruzilhada - ou desiste da sua obsessão ou enfrenta Julia.
KATALIN VARGA de Peter Strickland e NORTH de Rune Denstad Langlo foram também distinguidos no palmarés da Berlinale e serão também estreados em Portugal pela Midas.
KATALIN VARGA, primeiro filme do inglês Peter Strickland, considerado pelo jornal Público como um dos melhores filmes exibidos a concurso, recebeu o Urso de Prata pela Melhor Contribuição Artística (pelo design de som) e ofereceu uma das mais extraordinárias interpretações do certame. A actriz Hilda Péter protagoniza um retrato assombroso de uma mulher que procura vingança dos homens que a violaram dez anos antes, numa Hungria rural.
NORTH, primeira longa-metragem do norueguês Rune Denstad Langlo foi o filme de abertura da secção Panorama e foi distinguido com o Prémio da Crítica Internacional. É a história de um ex-atleta de esqui deprimido, que, quando descobre que tem um filho, resolve atravessar numa moto-esqui a Noruega. Através de magníficas paisagens, Jamar faz tudo o que pode para evitar chegar ao seu destino e cruza-se com personagens extraordinárias, num cómico e terno off-road movie.
Em Setembro, a Midas Filmes estreará ainda SHIRIN, de Abbas Kiarostami, o filme que fez sensação no último Festival de Veneza, tendo Portugal sido o primeiro país após França a assegurar a sua estreia. Ao mesmo tempo serão editados em DVD 10 ON TEN, FIVE e ABC AFRICA, do mesmo realizador, de que a Midas já editou em DVD os filmes CLOSE-UP, O SABOR DA CEREJA e O VENTO LEVAR-NOS-Á.
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PATTI SMITH – DREAM OF LIFE
Festa de antecipação dia 27 de Fev. no Santiago Alquimista
Estreia a 5 de Março
Em exclusivo no Cinema City Classic Alvalade
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PATTI SMITH – DREAM OF LIFE, um mergulho na filosofia e na arte da lendária rocker Patti Smith, realizado por Steven Sebring, estreia a 5 de Março, em exclusivo no Cinema City Classic Alvalade (Av. de Roma, 100), em Lisboa. No dia 27 de Fevereiro, às 23h00, haverá uma festa de apresentação do filme no Santiago Alquimista, organizada pelo Projecto Marginal.
No Santiago Alquimista, no dia 27 de Fevereiro, às 23h00, haverá actuações dos djs Miss Nicotine e Fernando Morgado e dos vjs John Holmes e Marta Machado. Haverá ainda várias interpretações de canções e poemas de Patti Smith pelos projectos: Murdering Tripping Blues (cover "Gloria" ou "Horses"), Tiago Gomes - Revista Bíblia (leitura de poema), The Hypers (cover "Because the Night"), Happiness (leitura de poema musicada), Ana Leorne - The Clits (cover "Till Victory"), Complex (cover "Because the Night" - instrumental); Neil Leyton (cover "Dancing Barefoot") e You Should Go Ahead (cover “Glitter in the Rise”).
PATTI SMITH – DREAM OF LIFE é um filme imperdível que traça um retrato da cantora, artista e poeta explorando temas como a espiritualidade e a história. Conhecida como a "madrinha do punk", Patti Smith surgiu no início da década de 70, entusiasmando a cena musical daquela época com o seu estilo singular. O documentário de Sebring acompanha a artista ao longo de 11 anos através das suas sessões de spoken word, concertos, palavras, entrevistas, pinturas e fotografias, fazendo revelar uma personalidade complexa e carismática.
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A TURMA
nomeado para o
ÓSCAR DE MELHOR FILME ESTRANGEIRO
e para cinco CÉSAR
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A TURMA nomeado para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro e para cinco César: Melhor Filme – Melhor Realizador – Melhor Argumento Adaptado – Melhor Som – Melhor Montagem
A TURMA, de Laurent Cantet, foi nomeado para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, a que se somam hoje as cinco nomeações nos César, os mais importantes galardões do cinema francês. A TURMA foi nomeado para Melhor Filme, Laurent Cantet para Melhor Realizador e o filme foi ainda nomeado nas categorias de Melhor Argumento Adaptado, Melhor Som e Melhor Montagem.
O filme estreado pela Midas Filmes a 30 de Outubro continua em exibição em Lisboa e no Porto, tendo também marcações para ser exibido em Santa Maria da Feira, Moncorvo, Viana do Castelo, Moura, Palmela, Póvoa do Varzim, Famalicão, Ponta Delgada, Avanca, Vieira de Leiria, Viseu, Torres Novas, Tondela, Ílhavo, Vila do Conde, Barreiro, Évora, Angra do Heroísmo, Lamego, Sesimbra e Guarda.
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AS PRAIAS DE AGNÈS nomeado para
MELHOR DOCUMENTÁRIO nos César 2009
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AS PRAIAS DE AGNÈS foi nomeado para o César de Melhor Documentário. Regressando às praias da sua vida, Agnès Varda, uma das mais importantes cineastas francesas, desenha o seu retrato e auto-biografia com este filme, um dos mais interessantes e singulares documentários da cinematografia contemporânea. A cineasta partilha com humor e emoção os seus primeiros passos como fotógrafa, as suas experiências enquanto uma das primeiras realizadoras na Nouvelle Vague francesa, a sua vida com o realizador Jacques Demy, o seu feminismo, as suas viagens a Cuba, China e aos Estados Unidos, a vida com a sua família e como produtora independente. Um mulher livre e curiosa. A sua história e a sua vida convocam ao mesmo tempo não só os grandes acontecimentos históricos da época, como também um dos mais férteis períodos da cinematografia francesa, o aparecimento da Nouvelle Vague, de que Varda foi uma das percursoras. ´
AS PRAIAS DE AGNÈS estreará em Portugal em Junho de 2009.
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A TURMA ULTRAPASSA OS 42 MIL ESPECTADORES
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A TURMA, de Laurent Cantet, Palma de Ouro no Festival de Cannes, já foi visto por mais de 42 mil espectadores (42.060). Um filme obrigatório no debate sobre a educação, A TURMA continua em exibição nos cinemas UCI El Corte Inglés, em Lisboa, UCI Arrábida, no Porto, e Braga Parque, em Braga, e tem também datas já marcadas para: Miranda do Corvo, Lousã, Espinho, Santa Maria da Feira, Barcelos, Tavira, Beja, Oliveira do Hospital, Viana do Castelo, Vila Nova de Famalicão, Tondela, Ílhavo, Vila do Conde, Guimarães, Estremoz, Vila Real, Cartaxo, Seixal, Horta, Moita, Abrantes, Póvoa de Varzim e Guarda.
Esta foi uma das maiores estreias de sempre de um filme europeu e este foi o primeiro filme independente estreado entre nós em DIGITAL, cobrindo na sua estreia mais de 15 cidades de norte a sul do país.
A TURMA retrata um ano de um professor e da sua turma numa escola de um bairro problemático de Paris, microcosmos da multietnicidade da população francesa, espelho dos contrastes multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo. A escola, o desafio de ensinar e o conflito na sala de aula. Um filme a não perder.
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CAOS CALMO ESTREIA A 18 DE DEZEMBRO
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CAOS CALMO, um filme de Antonello Grimaldi com Nanni Moretti, a partir do premiado romance de Sandro Veronesi (Prémio Méditerranée para o Melhor Romance Estrangeiro, Prémio Strega e Prémio Femina de Romance Estrangeiro), estreia a 18 de Dezembro em exclusivo nos cinemas UCI El Corte Inglés, em Lisboa, e UCI Arrábida, no Porto. O filme que desencadeou uma grande polémica em Itália por causa de uma cena de sexo, é a história comovente do luto de um pai e a sua filha, após a morte da mãe, de forma inesperada.
Frequentemente, Pietro é acometido de uma estranha mistura de caos e calma. Desde a morte da sua mulher que não tem paz. Lara morreu, inesperadamente, num dia de Verão. Pietro não estava em casa, na altura. Estava na costa, a salvar a vida de uma outra mulher, uma desconhecida.
A sua filha, Claudia, estuda no 5º ano. Um dia, quando está a levar a filha à escola, Pietro decide esperar por ela no carro. E continua a fazer o mesmo nos dias que se seguem.
É como se estivesse a refugiar-se no carro, ali sentado, à espera da dor da solidão. Escondido no seu automóvel, começa a observar o ambiente e descobre os refúgios dos outros. Os seus patrões, colegas e familiares aparecem para reconfortá-lo.
Mas a única coisa que conseguem fazer é falar-lhe da sua própria dor sem limites e fugirem da sua incompreensível calma. No entanto, Pietro começa lentamente a recuperar.
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NOMEADO PARA O PRÉMIO DE MELHOR FILME EUROPEU
A TURMA
ULTRAPASSA OS 15 MIL ESPECTADORES
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A TURMA, de Laurent Cantet, Palma de Ouro no Festival de Cannes, já foi visto por mais de 15 mil espectadores, ao fim de dez dias de estreia.
A TURMA é também um dos candidatos ao PRÉMIO DE MELHOR FILME EUROPEU, distinções atribuídas pela Academia do Cinema Europeu, estando também Laurent Cantet nomeado na categoria de MELHOR REALIZADOR.
O filme continua a ser grande êxito em termos de público, esgotando várias sessões nos cinemas, e recebeu a unanimidade da crítica que o considerou como um filme obrigatório e uma das grandes estreias do ano.
Esta foi uma das maiores estreias de sempre de um filme europeu e este foi o primeiro filme independente estreado entre nós em DIGITAL, cobrindo na sua estreia mais de 15 cidades de norte a sul do país.
A TURMA retrata um ano de um professor e da sua turma numa escola de um bairro problemático de Paris, microcosmos da multietnicidade da população francesa, espelho dos contrastes multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo. A escola, o desafio de ensinar e o conflito na sala de aula.
Um filme a não perder.
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GRANDE ÊXITO
A TURMA
MAIS DE 10 MIL ESPECTADORES
NA PRIMEIRA SEMANA DE EXIBIÇÃO
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A TURMA, de Laurent Cantet, Palma de Ouro no Festival de Cannes, foi visto por mais de 10 mil espectadores na primeira semana de exibição em Portugal, tendo sido não só uma grande êxito em termos de público, como também recebido a unanimidade da crítica que o considerou como um filme obrigatório e uma das grandes estreias do ano.
Esta foi uma das maiores estreias de sempre de um filme europeu e este foi o primeiro filme independente estreado entre nós em DIGITAL, cobrindo na sua estreia mais de 15 cidades de norte a sul do país.
A TURMA retrata um ano de um professor e da sua turma numa escola de um bairro problemático de Paris, microcosmos da multietnicidade da população francesa, espelho dos contrastes multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo. A escola, o desafio de ensinar e o conflito na sala de aula.
Um filme a não perder.
2ª SEMANA DE EXIBIÇÃO
LISBOA: Amoreiras, Londres, UCI El Corte Inglês - PORTO: UCI Arrábida 20 - MATOSINHOS: Mar Shopping - AVEIRO: Fórum – COIMBRA: Dolce Vita - CASCAIS: Cascais Shopping - ALFRAGIDE: Allegro - SINTRA: Beloura Shopping - ALMADA: Almada Shopping (diariamente às 12h50) PAÇOS DE FERREIRA: Ferrara Plaza (diariamente às 13h00, 5ª e domingo também às 11h00) FIGUEIRA DA FOZ: Foz Plaza (sob marcações de escolas) – FARO: Fórum Algarve
AS OPINIÕES DOS PROFESSORES
Será possível que um filme seja tão real? Falassem português e aquela era, em tudo, uma escola no Portugal real. A ver, obrigatoriamente! Em especial por todos aqueles que estão distantes desta realidade.
Susana Tibúrcio Brito, professora no Colégio de Pina Manique
Como professora senti-me feliz ao ver este filme… Achei-o maravilhoso, fantástico, tão próximo da realidade que até aflige… Aquela turma pode ser qualquer uma das minhas turmas, das turmas de qualquer escola deste país… É bom ver finalmente no cinema algo que nos toca tanto…
Luísa Lopes, professora da Escola Secundária D. Dinis em Chelas
Fui ver ontem. Ficámos à conversa muito tempo depois. A nossa escola tem muitos casos decalcados a papel químico. Filme a não perder por todos.
Anabela Gaio, professora
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A TURMA ESTREIA AMANHÃ EM 18 SALAS DE TODO O PAÍS
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LISBOA – PORTO – MATOSINHOS - AVEIRO – COIMBRA - LEIRIA - CASCAIS - ALFRAGIDE - ALMADA – FARO – PAÇOS DE FERREIRA - FIGUEIRA DA FOZ - CASTELO BRANCO - SINTRA - LOURES - SEIXAL
A TURMA ("Entre les Murs"), o filme de Laurent Cantet, galardoado com a Palma de Ouro no último Festival de Cannes, vai estrear em Portugal depois de amanhã em 18 salas de todo o país. O filme estreará também em cópia digital, sendo o primeiro filme independente europeu a ter estreia neste formato, graças ao apoio das salas da Zon Lusomundo, New Lineo e Socorama.
Um filme imprescindível no debate sobre a educação, A TURMA teve antestreia no DocLisboa e será o filme de abertura da Festa do Cinema Francês amanhã em Faro, amanhã. Em França, o filme fez já mais de um milhão de espectadores, em Itália, cerca de 150 mil espectadores, na Bélgica também já ultrapassou os 50 mil espectadores e na Suíça mais de 30 mil entradas.
A TURMA estreará em todo o país em 18 salas nas cidades de Lisboa, Porto, Matosinhos, Alfragide, Almada, Aveiro, Cascais, Castelo Branco, Coimbra, Faro, Figueira da Foz, Leiria, Loures, Paços de Ferreira, Seixal e Sintra.
Baseado num livro de François Bégaudeau, A TURMA segue um ano de um professor e da sua turma numa escola num bairro problemático de Paris, microcosmos da multietnicidade da população francesa, espelho dos contrates multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo.
François, professor, e os seus colegas, preparam-se para um novo ano escolar. Cheios de boas intenções, estão decididos a não deixarem que o desencorajamento os impeça de tentar dar a melhor educação aos seus alunos.
Mas as culturas e as atitudes diferentes frequentemente colidem dentro da sala de aula. François insiste num atmosfera de respeito e empenho. Mas a ética da sua sala de aula é posta à prova quando os estudantes começam a desafiar os seus métodos.
O filme é protagonizado pelo professor que escreveu o livro que deu origem ao filme e os actores não-profissionais que compõem a turma de alunos foram escolhidos entre alunos de um liceu francês.
30 OUTUBRO / GRANDE ESTREIA NACIONAL
EM 18 CINEMAS DE TODO O PAÍS
LISBOA: Amoreiras, Londres, UCI El Corte Inglês - PORTO: UCI Arrábida 20 - MATOSINHOS: Mar Shopping - AVEIRO: Fórum – COIMBRA: Dolce Vita - LEIRIA: Cinema City - CASCAIS: Cascais Shopping - ALFRAGIDE: Alegro - FARO: Fórum Algarve
SEMANA ÚNICA - de 30 de Outubro a 5 de Novembro:
ALMADA: Almada Shopping - PAÇOS DE FERREIRA: Ferrara Plaza - FIGUEIRA DA FOZ: Foz Plaza - CASTELO BRANCO: Fórum - SINTRA: Beloura Shopping - LOURES: LouresShopping - SEIXAL: Rio Sul Shopping
O filme estreará posteriormente noutras cidades. Consulte o blog
a-turma.blogs.sapo.pt para saber a data e o cinema em que o filme estará em exibição noutras localidades.
CINEMAS COM DESCONTO
PARA GRUPOS ORGANIZADOS DE PROFESSORES E ALUNOS
Lisboa - UCI El Corte Inglés - 4.70€ por pessoa
Porto - UCI Arrábida - 4.20€ por pessoa
Em grupos de alunos, oferta de professores acompanhantes, desde que não ultrapasse 10% do número de alunos.
As marcações têm de ser feitas previamente para:
UCI El Corte Inglés Lisboa - ucilisboa@ucicinemas.pt - 21 380 14 00
UCI Arrábida 20 - Porto - arrabida@ucicinemas.pt - 22 377 88 50
As marcações devem ser enviadas também para os seguintes emails marta.fernandes@midas-filmes.pt e nsousa@ucicinemas.pt
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COLECÇÃO DVD “ARTE & ARTISTAS”
EM DESTAQUE NA REVISTA TIME OUT
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A Time Out Lisboa desta semana destaca a colecção Arte & Artistas editada pela Midas Filmes. A revista sublinha “Se o nosso país é perito em esquecer-se da sua história de arte, a Midas Filmes especializou-se em resgatá-la. Esta distribuidora parece conseguir fazer mais pela arte que se faz em Portugal do que muitas instituições ao lançar a colecção Arte & Artistas”.
Da colecção Arte & Artistas fazem parte por agora parte 7 filmes documentários MICHAEL BIBERSTEIN - O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO de Fernando Lopes, BARTOLOMEU CID DOS SANTOS - POR TERRAS DEVASTADAS de Jorge Silva Melo, JOANA VASCONCELOS - CORAÇÃO INDEPENDENTE de Joana Cunha Ferreira, 6=0 HOMEOSTÉTICA de Bruno de Almeida, GRAVURA – ESTA MÚTUA APRENDIZAGEM de Jorge Silva Melo, HELENA ALMEIDA – PINTURA HABITADA de Joana Ascensão e, NIKIAS SKAPINAKIS – O TEATRO DOS OUTROS de Jorge Silva Melo.
Em breve, seguir-se-ão novos títulos nesta colecção que tem como objectivo dar a conhecer a obra dos maiores artistas portugueses.
Na próxima segunda-feira, dia 8 de Março, às 19h00, Fernando Lopes e Jorge Silva Melo estarão na FNAC Chiado para falar sobre os seus filmes MICHAEL BIBERSTEIN - O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO e BARTOLOMEU CID DOS SANTOS - POR TERRAS DEVASTADAS.
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JOANA VASCONCELOS: CORAÇÃO INDEPENDENTE
À venda amanhã com o Público
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Assinalando a inauguração da exposição antológica da obra de Joana Vasconcelos no Museu Berardo (Sem Rede), a MIDAS FILMES relança a edição em DVD do filme documentário JOANA VASCONCELOS : CORAÇÃO INDEPENDENTE de Joana Cunha Ferreira, que será distribuída com o jornal PÚBLICO, amanhã, terça-feira, dia 2 de Março.
JOANA VASCONCELOS – CORAÇÃO INDEPENDENTE foi estreado no Festival ARTECINEMA em Nápoles, em Setembro de 2008, e depois exibido no DOCLISBOA e no FIPA de Biarritz, tendo Joana Cunha Ferreira recebido o ‘Prémio Revelação’ nos Encontros de Cinema Português de Coimbra. Exibido por duas vezes na RTP2, o filme foi visto por mais de 240 mil espectadores, e chega agora a todo o país nesta distribuição com o jornal Público. Produzido pela Midas Filmes, com o apoio da RTP2, da Fundação Calouste Gulbenkian, do Instituto Camões e o investimento do FICA.
CORAÇÃO INDEPENDENTE é um retrato da artista Joana Vasconcelos, uma das mais originais e internacionais artistas portuguesas da sua geração. Ao longo de vários meses (de Maio a Outubro de 2007), o filme acompanha o desenvolvimento do seu trabalho e a reflexão que sobre ele a artista faz e a forma como depois o acompanha nas suas apresentações públicas. É o caso da sua mais recente obra de grande dimensão, o sapato “Dorothy”, que vemos nascer no seu atelier e acompanhamos depois na sua primeira exposição pública aquando da Bienal de Veneza do ano passado, onde também expôs a colcha “Donzela”, na fachada do Palazzo Lucchesi. Mas também a grande exposição antológica da sua obra que teve lugar na New Art Gallery, em Walsall, Inglaterra.
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MIDAS EDITA TRÊS OBRAS-PRIMAS DE ERIC ROHMER EM DVD
O Signo do Leão - A Marquesa d’O - Perceval o Galês
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A MIDAS FILMES vai editar 3 obras-primas de Eric Rohmer em DVD: o primeiro filme do cineasta, o mítico O SIGNO DO LEÃO, inédito em Portugal, A MARQUESA DE O a partir do romance de Kleist e PERCEVAL O GALÊS. Os filmes serão lançados esta semana na Cinemateca, quarta-feira, dia 3 de Março, às 21h30, na sessão de abertura do ciclo “O Signo de Rohmer” que a Cinemateca Portuguesa dedica àquele que foi um dos maiores cineastas franceses.
Estes três filmes seguem-se à edição pela Midas dos Contos das 4 Estações, também já disponíveis em DVD, e antecedem a edição do documentário ERIC ROHMER – PROVAS DE APOIO, um filme imprescindível e raro em que o cineasta se expõe como nunca antes, falando detalhadamente sobre a sua obra.
O SIGNO DO LEÃO é o primeiro filme de Rohmer e faz parte do movimento da Nouvelle Vague. Pierre Wersselin, um músico americano, mora em Saint Germain-des-Près onde se dedica mais a uma vida de ócio e boémia nocturna do que a compor. Sustenta-se com o dinheiro que pede emprestado aos amigos. Numa manhã de Julho, recebe um telegrama informando-o da morte de uma tia rica e convencido da sua sorte, faz uma festa com o dinheiro de um dos seus amigos. Em breve descobre que a sua tia o deserdou em favor de outro primo. Pierre, que contava com o dinheiro, vê-se agora a viver na rua.
A MARQUESA DE O, baseado no romance de Heinrich von Kleist, ganhou o Prémio do Júri no Festival de Cannes e é único filme realizado por Rohmer numa língua estrangeira, um mergulho na literatura alemã. Em 1799, o General Souvarof invade a Itália. A Marquesa de O… é uma jovem viúva. O seu pai comanda uma frente de batalha que, em breve, será ganha pelos Russos. Os soldados estão prestes a atacar a Marquesa quando um Tenente Coronel Russo, o Conde F…, a leva para uma ala do castelo e, quando ela desmaia, viola-a. A Marquesa, inconsciente, não se apercebe do seu acto e vê-o como o seu salvador, lamentando não conseguir exprimir-lhe a sua gratidão. Passado algum tempo, a Marquesa começa a sentir-se estranha e comenta com a sua mãe que, se fosse outra mulher a sentir-se assim, acreditaria que estava grávida…
PERCEVAL O GALÊS adapta um romance do século XII, de Chrétien de Troyes. Maravilhado com as armaduras reluzentes de um grupo de cavaleiros que confundiu com anjos, o ingénuo Perceval descobre o enigma do seu destino: como eles, será cavaleiro do rei Artur. Corajosamente, cavalga de desafio em desafio, com um só sonho em mente: o dia em que será armado cavaleiro. Este filme conta a sua iniciação às armas, o amor cortês, a amizade entre cavaleiros e, ao longo de uma longa errância que constitui um autêntico caminho da cruz, o acesso à espiritualidade, à palavra de Deus.
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FERNANDO LOPES E JORGE SILVA MELO NA FNAC CHIADO
Apresentam os seus filmes Michael Biberstein: O Meu Amigo Mike ao Trabalho e Bartolomeu Cid dos Santos: Por Terras Devastadas
8 de Março, às 19h00
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Fernando Lopes e Jorge Silva Melo estarão dia 8 de Março, segunda-feira, às 19h00, na FNAC CHIADO para apresentarem os seus filmes O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO sobre Michael Biberstein e POR TERRAS DEVASTADAS sobre Bartolomeu Cid dos Santos. A conversa assinala o lançamento dos dois filmes em DVD, editados pela Midas e últimas entradas na Colecção Arte & Artistas, onde se contam já os filmes: JOANA VASCONCELOS . CORAÇÃO INDEPENDENTE de Joana Cunha Ferreira, 6=0 HOMEOSTÉTICA de Bruno de Almeida, GRAVURA – ESTA MÚTUA APRENDIZAGEM de Jorge Silva Melo, HELENA ALMEIDA – PINTURA HABITADA de Joana Ascensão, NIKIAS SKAPINAKIS – O TEATRO DOS OUTROS de Jorge Silva Melo e FRANCIS BACON – NA ARENA DE BACON de Adam Low.
A edição em DVD de O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO de Fernando Lopes segue-se às apresentações nos festivais Temps d’Images, Panorama e DocLisboa, onde foi apresentado na secção Riscos e Ensaios, e à selecção no FIPA (Festival Internacional de Programas Audiovisuais) em Biarritz, França, onde foi apresentado na secção “Situações da Criação Europeia”, que todos os anos selecciona menos de uma dezena de produções singulares de entre toda a produção europeia.
O DVD tem como extras: algumas obras de Michael Biberstein, filmografia de Fernando Lopes, e uma entrevista de Delfim Sardo a Michael Biberstein e CV Michael Biberstein em DVD-ROM. O filme é uma produção da Midas Filmes com o apoio da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores e do Instituto Camões e foi produzido com o investimento do FICA – Fundo de Investimento no Cinema e Audiovisual.
POR TERRAS DEVASTADAS de Jorge Silva Melo sobre o gravador e pintor Bartolomeu Cid dos Santos, ganhou o prémio de Melhor Filme Português na competição de Filmes sobre Arte do Festival Temps d’Images, depois de ter sido apresentado na última edição do IndieLisboa. O filme conta com depoimentos de Alan Sillitoe, Hélder Macedo, João Cutileiro, John Aiken, Manuel Augusto Araújo, Paula Rego e Valter Vinagre e o DVD tem como extras a biofilmografia de Jorge Silva Melo e a Biografia de Bartolomeu Cid dos Santos. É uma produção da Midas Filmes (produtor associado Artistas Unidos) para a Série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões e da Câmara Municipal de Tavira.
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LANÇAMENTO COLECÇÃO ARQUITECTURA DA MIDAS FILMES
15 e 16 de Outubro, no auditório da Sede da Ordem dos Arquitectos, às 19h00
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A MIDAS FILMES apresenta, numa iniciativa em conjunto com a Livraria A+A, uma nova colecção em DVD, a COLECÇÃO ARQUITECTURA, constituída por dois documentários inéditos sobre Oscar Niemeyer e Rem Koolhaas e dois documentários já conhecidos do público sobre Álvaro Siza Vieira e Frank Gehry, quatro nomes maiores da arquitectura mundial.
A apresentação da Colecção terá lugar nos próximos dias 15 e 16 de Outubro, no auditório da Sede da Ordem dos Arquitectos, Travessa do Carvalho, 21, em Lisboa, pelas 19h00.
No dia 15 de Outubro, quinta-feira, às 19h00, será apresentado o filme REM KOOLHAS – UMA ESPÉCIE DE ARQUITECTO. O trabalho de Koolhaas não se centra apenas na construção de edifícios mas também nas ideais que lhe estão subjacentes. O percurso multidisciplinar deste visionário levou a revista Time, em 2008, a considerá-lo como uma das cem pessoas mais influentes do mundo.
Segue-se um debate com Jorge Carvalho do aNC arquitectos, atelier residente da OMA para a Casa da Música, Porto, Ana Vaz Milheiro e João Rodeia.
No dia 16 de Outubro, sexta-feira, às 19h00, será apresentado o filme OSCAR NIEMEYER – A VIDA É UM SOPRO. O documentário mostra como Niemeyer revolucionou a arquitectura moderna com a introdução da linha curva e a utilização do betão armado. Fala da sua vida, do seu ideal de uma sociedade mais justa e de metafísicas como a insignificância do homem diante do universo.
Segue-se um debate com os arquitectos Manuel Aires Mateus, Ricardo Carvalho e Leonor Cintra (Presidente da Secção Regional Sul da Ordem do Arquitectos)
Os dois DVD são edições de coleccionador com vários extras. O DVD OSCAR NIEMEYER – A VIDA É UM SOPRO tem como extras Esboços, Obras, Ícones e Trailer. O DVD REM KOOLHAS – UMA ESPÉCIE DE ARQUITECTO tem uma entrevista de 52 minutos a Rem Koolhas pelo sociólogo Dirk Baecker e uma visita aérea da Casa da Música.
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MIDAS LANÇA A CORTE DO NORTE EM DVD
NO ANIVERSÁRIO DE AGUSTINA BESSA-LUÍS
Quinta-feira, 15 de Outubro, no CCB, às 17h15
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Comemorando o 87.º aniversário de Agustina Bessa-Luís (Vila Meã, 15 de Outubro de 1922), a MIDAS FILMES edita em DVD A CORTE DO NORTE, uma magnífica adaptação por João Botelho do romance da escritora, no dia 15 de Outubro, quarta-feira, no CCB.
O lançamento do DVD está inserido nas comemorações do aniversário da escritora no CCB que dedica um dia da sua programação à autora de A Sibila, Prémio Camões em 2004 e uma das maiores figuras das letras portuguesas no século XX.
O filme e o DVD serão apresentados por Pedro Mexia e João Botelho, às 17h15, na sala Almada Negreiros, apresentação a que se seguirá uma projecção do filme.
O DVD é uma edição coleccionador que inclui o making of, uma entrevista com João Botelho e Inês Pedrosa, a Filmografia de João Botelho, a Bibliografia de Agustina Bessa-Luís e um DVD-Rom com a Exposição “Agustina Bessa-Luís – Vida e Obra”.
Do programa do CCB constam ainda leituras de excertos de vários livros de Agustina Bessa-Luís por Maria João Seixas, Pedro Mexia, António Mega Ferreira e Leonor Silveira e a exposição Agustina Bessa-Luís: Vida e Obra, uma homenagem promovida pelo Instituto Camões, com o apoio da Guimarães Editores e concepção de Inês Pedrosa e João Botelho, que fora já apresentada na antestreia de A CORTE DO NORTE no Teatro Nacional de São Carlos e faz parte dos extras do DVD.
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O SANGUE EM DVD
Amanhã, 1 deDOutubro, à venda com o PÚBLICO e na FNAC
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O SANGUE, primeira longa-metragem de Pedro Costa, estará amanhã, dia 1 de Outubro, à venda em DVD, a partir de um novo master digital de alta definição 2k, com restauro digital de imagem e som, com o jornal Público por mais 14.95€ e em edição com embalagem especial na FNAC. Será também reeditado o DVD de ONDE JAZ O TEU SORRISO?
As edições em DVD dos dois filmes são edições de coleccionador com várias horas de complementos.
O DVD de O SANGUE tem como extras: “Sangue antigo e sangue novo por João Bénard da Costa”, “Órfãos um comentário de Phillipe Azoury”, “Jeanne Balibar canta duas canções um filme de Pedro Costa”, “13 Fotografias de Paulo Nozolino”, “Fotografias de rodagem”, “Filmografia de Pedro Costa”, “Trailers” e “Capítulos”.
ONDE JAZ O TEU SORRISO? tem como extras “Danièle Huillet, Jean Marie Straub, Cineastas – filme da colecção cinema de notre temps”, “6 Bagatelas – seis cenas inéditas montadas especialmente para esta edição”, “O Viandante e O Amolador – duas curtas-metragens inéditas de Danièle Huillet e Jean Marie Straub”, “Filmografias Pedro Costa, Danièle Huillet e Jean Marie Straub”.
Em Novembro, a Midas Filmes estreará ainda NE CHANGE RIEN, o último filme do realizador, antestreado na Quinzena dos Realizadores em Cannes. A estreia do filme contará com a presença da actriz Jeanne Balibar.
NE CHANGE RIEN foi também já apresentado na Filmoteca de Madrid, onde foi exibida uma retrospectiva completa do realizador, no Festival de Marselha, na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim, e seguem-se apresentações em mais de vinte festivais em todo o mundo, entre os quais o Festival de Nova Iorque e a Tate Modern em Londres, onde está a decorrer uma retrospectiva completa da obra de Costa e uma selecção de filmes que o inspiraram enquanto realizador.
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LAGERFELD CONFIDENCIAL em DVD
Lançamento no MUDE esta sexta-feira, dia 2 de Outubro, às 19h00
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LAGERFELD CONFIDENCIAL, um filme de Rodolphe Marconi, vai ser lançado em DVD esta sexta-feira, dia 2 de Outubro, às 19h00, no MUDE – Museu do Design e da Moda. O filme vai ser apresentado por Bárbara Coutinho, directora do MUDE – Museu do Design e da Moda, o coleccionador Francisco Capelo falará sobre a faceta de coleccionador de Lagerfeld, enquanto Eduarda Abbondanza, directora da ModaLisboa apresentará Lagerfeld enquanto estilista.
A apresentação será seguida da projecção de um excerto do filme que inaugura a colecção Cinema e Moda da Midas Filmes.
LAGERFELD CONFIDENCIAL é um filme único, pois é a primeira vez que o estilista confia em alguém para criar uma obra sobre a sua vida.
Rodolphe Marconi fá-lo desvendando o mistério Lagerfeld com respeito, admiração, discrição e sensibilidade. Após três anos e mais de trezentas horas de filmagens, o realizador revela o dia-a-dia da estrela: a preparação de uma criação, as entrevistas, o trabalho como fotógrafo e pintor, a livraria de livros de arte, Chanel, Fendi, a galeria Lagerfeld, as mulheres mais belas do mundo, as actrizes e as estrelas de todo o planeta. Uma aproximação intimista de um estilo de vida único.
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ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA
Lançamento em DVD, dia 1 de Outubro, na FNAC CHIADO
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ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA, um filme de Manuel Mozos, a partir de uma ideia original de Maria João Seixas, será lançado em DVD na próxima quinta-feira, dia 1 de Outubro, Dia Mundial da Música, às 19h00 na FNAC Chiado. O lançamento contará com a presença de Aldina Duarte, Manuel Mozos e Maria João Seixas e Aldina Duarte cantará ao vivo três fados.
ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA é um retrato da figura única que é Aldina Duarte, senhora - menina, fadista por convicção e amor. Traçando o seu perfil, desvendando a sua personalidade, viajando com ela através da sua cidade, Lisboa, pelos locais que lhe são mais queridos e que ela tão bem conhece, expondo-se livre e aberta, generosa e viva, inocente mas sábia, com a frontalidade e certa malícia cheia de pudor e respeito que tão bem a caracterizam.
O DVD tem como extras uma entrevista a Aldina Duarte na Rádio Radar, um depoimento de Maria Emília, professora de Ioga de Aldina Duarte, o videoclip Princesa Prometida, 4 Fados em concerto, Cenas não utilizadas, cartaz, discografia de Aldina Duarte e filmografia de Manuel Mozos. Para além da edição em dvd do filme, será também lançada uma edição especial coleccionador que inclui o último CD de Aldina Duarte, “Mulheres Ao Espelho”.
ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA contou com o patrocínio da Câmara Municipal de Lisboa, Roda-Lá Music e FNAC e teve o investimento do FICA /FUNDO DE INVESTIMENTO PARA O CINEMA E O AUDIOVISUAL.
ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA a partir de uma ideia original de MARIA JOÃO SEIXAS imagem RICARDO REZENDE som OLIVIER BLANC montagem OLGA RAMOS RICARDO REZENDE com o patrocínio CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA RODA-LÁ MUSIC FNAC este filme teve o investimento do FICA/FUNDO DE INVESTIMENTO PARA O CINEMA E O AUDIOVISUAL produção PEDRO BORGES MIDAS FILMES realização MANUEL MOZOS
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FORA DA LEI E
THE CELLULOID CLOSET / O CINEMA NO ARMÁRIO JÁ EM DVD
Por ocasião do festival QUEER LISBOA,
a MIDAS lança em DVD dois filmes fundamentais
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FORA DA LEI, um filme de Leonor Areal, e THE CELLULOID CLOSET – O CINEMA NO ARMÁRIO, de Rob Epstein e Jeffrey Friedman, serão lançados em DVD em edições especiais da Midas Filmes, e exibidos no âmbito do Queer Lisboa – 13º Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa.
A Midas Filmes continua assim a edição de filmes que considera o seu contributo para a discussão que atravessa a sociedade portuguesa, sobre os direitos de todos, e nomeadamente sobre o direito de todos a casarem-se.
Na próxima segunda-feira, dia 21 de Setembro, às 17h00, será apresentado o filme FORA DA LEI, no Cinema São Jorge, sendo a sessão seguida por uma conversa com a realizadora e o antropólogo Miguel Vale de Almeida. Na terça-feira, dia 22 de Setembro, às 17h00, também no Cinema São Jorge, será apresentado o filme documentário THE CELLULOID CLOSET – O CINEMA NO ARMÁRIO, de Rob Epstein e Jeffrey Friedman.
FORA DA LEI é um documentário que segue Teresa e Lena, duas lésbicas que tentaram casar, desafiando a lei.Mas o mediatismo do caso trouxe-lhes ainda mais dificuldades e discriminação. Estas duas mães - e duas filhas - são uma família de facto, mas fora da lei. Para elas, casa, escola e trabalho podem tornar-se grandes problemas. Um documentário que mostra o peso da homofobia na nossa sociedade.
O DVD do filme tem como extras “Três anos Depois – A Família Reunida”, trailer, fotos, cartaz e os artigos de imprensa sobre o filme e o caso.
THE CELLULOID CLOSET – O CINEMA NO ARMÁRIO é uma História épica – surpreendente, hilariante, perturbadora – de como Hollywood e os filmes americanos trataram gays e lésbicas, ao longo de mais de 100 anos e em mais de 100 filmes. É um olhar divertido e provocador sobre Hollywood e a forma como reflectiu e definiu a maneira de pensarmos sobre a homossexualidade. Dos gay cómicos às vampiras lésbicas, das patéticas “rainhas” aos predadores sádicos, dos bons aos maus, as personagens gay existem desde o início da sétima arte. Um filme directo que confirma o talento de Rob Epstein e Jeffrey Friedman enquanto montadores de ideias e imagens, tirando o melhor proveito de centenas de clips de filmes clássicos, conta com uma narração concisa de Lily Tomlin e inúmeras entrevistas com estrelas de Hollywood como Tom Hanks, Shirley MacLaine, Susan Sarandon, Whoopi Goldberg, Tony Curtis e Gore Vidal. Este filme é, por um lado, uma denúncia do sistema hollywoodiano, mas por outro, um olhar livre de preconceitos sobre a exploração de mitos sexuais e a forma como os papéis sexuais evoluíram ao longo do século XX.
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CAOS CALMO, um filme de Antonello Grimaldi com Nanni Moretti, a partir do premiado romance de Sandro Veronesi vai ser lançado em DVD esta semana pela Midas Filmes. A edição do filme, um retrato comovente sobre o luto de um pai e da sua filha após a morte inesperada da mãe, aplaudido pela crítica e pelo público aquando da estreia em Portugal, conta com um conjunto extraordinário de extras, entre os quais três entrevistas - com o realizador, o protagonista e o escritor do romance.
Frequentemente, Pietro é acometido de uma estranha mistura de caos e calma. Desde a morte da sua mulher que não tem paz. Lara morreu, inesperadamente, num dia de Verão. Pietro não estava em casa, na altura. Estava na costa, a salvar a vida de uma outra mulher, uma desconhecida.
A sua filha, Claudia, estuda no 5º ano. Um dia, quando está a levar a filha à escola, Pietro decide esperar por ela no carro. E continua a fazer o mesmo nos dias que se seguem.
É como se estivesse a refugiar-se no carro, ali sentado, à espera da dor da solidão. Escondido no seu automóvel, começa a observar o ambiente e descobre os refúgios dos outros. Os seus patrões, colegas e familiares aparecem para reconfortá-lo.
Mas a única coisa que conseguem fazer é falar-lhe da sua própria dor sem limites e fugirem da sua incompreensível calma. No entanto, Pietro começa lentamente a recuperar.
PVP: €15
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OS TEMPOS DE HARVEY MILK
Lançamento em DVD pela Midas Filmes
15 de Abril de 2009
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Com o apoio do Queer Lisboa – Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa
A Midas Filmes vai lançar em DVD o documentário OS TEMPOS DE HARVEY MILK, de Rob Epstein e Richard Schmiechen, na quarta-feira, dia 15 de Abril, às 21h30, no Cinema São Jorge (sala 1), lançamento a que se seguirá uma sessão única do filme premiado com o Óscar de Melhor Documentário em 1984. Esta sessão conta com o apoio do Queer Lisboa – Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa, da Associação Cultural Janela Indiscreta, e da EGEAC, E.E.M.
Depois de Gus Van Sant, com “Milk” ter recuperado para a actualidade a figura de Harvey Milk, OS TEMPOS DE HARVEY MILK é um filme essencial que enquadra o activista e político no seu contexto e época ao relembrar o tumultuoso clima social e político de São Francisco nos anos 70 e construir um brilhante e assombroso retrato do que realmente se perdeu com o brutal assassínio do Supervisor Harvey Milk e do Presidente da Câmara George Moscone pelo colega Supervisor Dan White, em Novembro de 1978. Fascinante do início ao fim, OS TEMPOS DE HARVEY MILK é tão relevante hoje como quando ganhou o Óscar da Academia em 1984.
A edição em DVD conta ainda com um conjunto extraordinário de extras (mais de 3 horas): um comentário áudio, declarações de Harvey Milk, imagens da Cerimónia dos Óscares de 1985, imagens de uma marcha à luz das velas, uma conversa entre Rob Epstein e Tom Ammiano na Associação de Realizadores em Los Angeles, conferência de imprensa da Presidente da Câmara Dianne Feinstein no primeiro aniversário da morte de Milk, conferências, discursos e debates sobre o caso no 25º aniversário da morte, galeria de fotos dos realizadores e trailer.
A seguir à sessão, haverá música no foyer do Cinema e serão apresentados alguns excertos dos extras do DVD. A selecção musical, da responsabilidade de Nuno Galopim, vai evocar a contribuição da cidade de São Francisco, em finais dos anos 70, para o desenvolvimento do 'hi-nrg' (ler high energy), uma importante derivação do 'disco sound' que depois ganhou expressão na pop de inícios de 80 e que, na presente década, voltou a cativar a atenção dos entusiastas da música de dança. Das memórias fundadoras de Patrick Cowley e Sylvester ao presente com Lindstrom, passando por herdeiros vários, dos Pet Shop Boys a Divine, dos Dead Or Alive aos Bronski Beat, dos New Order a Evelyn Thomas.
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DVD A TURMA
À venda (Edição simples) com o Público amanhã, sexta-feira Edição Especial Coleccionador à venda na FNAC na próxima semana
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A TURMA, de Laurent Cantet, premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes e nomeado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, vai ser lançado em DVD pela Midas Filmes, amanhã, sexta-feira, 20 de Março, com o Público (14,95 euros), depois de ter sido um dos maiores sucessos cinematográficos do ano passado, tendo ultrapassado os 50 mil espectadores.
Na próxima semana, em exclusivo com a FNAC, será editada a edição especial coleccionador em dois discos (17,5 euros) que conta com mais de três horas de extras - Um ano "Entre les Murs" - Making of', Cenas Comentadas, Ateliers de Improvisação, Auto-Retratos, Entrevista a Laurent Cantet, Entrevista a François Begaudeau, Debate com Laurent Cantet no doclisboa 2008, Cartazes e Fotos.
A TURMA retrata um ano de um professor e da sua turma numa escola de um bairro problemático de Paris, microcosmos da multietnicidade da população francesa, espelho dos contrastes multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo. A escola, o desafio de ensinar e o conflito na sala de aula. Um filme a não perder.
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NOVIDADES EM DVD MIDAS FILMES
Dezembro 2008 |
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Este Natal, não perca as novidades em DVD da Midas Filmes: a COLECÇÃO ESCRITORES, quatro filmes sobre quatro dos maiores escritores portugueses do Século XX - NUNO BRAGANÇA – U OMÃI QE DAVA PULUS (+ info), de João Pinto Nogueira, ALEXANDRE O’NEILL – TOMAI LÁ DO O’NEILL (+ info), de Fernando Lopes, JOSÉ CARDOSO PIRES – LIVRO DE BORDO (+ info), de Manuel Mozos e CARLOS DE OLIVEIRA – SOBRE O LADO ESQUERDO (+ info), de Margarida Gil – o documentário extraordinário UMA DÉCADA EM REVOLUÇÃO - O CINEMA AMERICANO DOS ANOS 70 (+ info), de Richard LaGravenesde e Ted Demme, uma homenagem à geração que marcou o cinema americano, com a participação de Robert Altman, Peter Bogdanovich, Francis Ford Coppola, Roger Corman, Clint Eastwood, entre outros; MOLOCH (+ info), um dos mais marcantes filmes de Aleksandr Sokurov e a reedição de THE COLLECTION – 24 Pequenas Histórias em Nova Iorque (+ info), de Bruno de Almeida.
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| JOY DIVISION E ANNIE LEIBOVITZ – A VIDA ATRAVÉS DE UMA LENTE JÁ EM DVD |
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Foram agora lançados em DVD os filmes JOY DIVISION (+ info), de Grant Gee, depois da estreia em sala no passado mês de Julho, e ANNIE LEIBOVITZ – A VIDA ATRAVÉS DE UMA LENTE
(+ info), de Barbara Leibovitz.
O documentário sobre a banda de Manchester, conta a história de uma das bandas mais influentes da música popular, mostrando muitas imagens de concertos, fotografias e gravações inéditas, com a participação dos sobreviventes da banda - Bernard Sumner, Peter Hook e Stephen Morris - e depoimentos de Tony Wilson e Peter Saville (Factory Records), Anton Corbijn, Annik Honoré, entre muitos outros.
O filme sobre Annie Leibovitz é um documentário imprescindível sobre a fotógrafa que construiu algumas das imagens mais icónicas dos últimos 30 anos e tem trabalhos publicados nas Rolling Stone, Vanity Fair e Vogue. Leibovitz fotografou os ricos e os poderosos, os académicos e os poderosos, os excepcionais e os infames. A sua câmara documentou os horrores da guerra - mais recentemente em Sarajevo e no Ruanda. Mestre na arte de expor os seus fotografados, a vida de Annie sempre se manteve privada e protegida. Neste filme, tomou a decisão de revelar em frente à câmara o seu processo artístico, a sua carreira e o delicado equilíbrio que faz entre a fama e a família. E quem aponta a vigilante câmara na sua direcção é a sua irmã mais nova. Do seu atelier caótico à quinta idílica, acompanhamos Annie ao longo do seu trabalho mais recente e através da montagem de uma monografia retrospectiva; viveremos as suas perdas mas também os seus grandes êxitos.
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| HENRY FOOL, FAY GRIM e FLIRT JÁ EM DVD |
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HENRY FOOL, que antecede FAY GRIM, é a história de um colossal egocêntrico, ex-condenado por crimes sexuais, barulhento, fumador inveterado, bebedor de cerveja e intelectual de guerrilha. Henry Fool instala-se na sombria cave do apartamento de Simon, um discreto e modesto homem do lixo, que sustenta a mãe com tendências depressivas e a irmã, que satisfaz as necessidades sexuais dos rapazes da vizinhança. Ninguém sabe de onde Henry Fool vem, nem quando partirá, mas ele irá entretanto mudar a vida das pessoas com quem se cruza.
O DVD tem imagens e a biofilmografia do realizador como extras.
FAY GRIM retoma a história e as personagens de HENRY FOOL e transforma o enredo numa intriga internacional. Fay, mãe solteira, tem medo que o filho Ned, de 14 anos, cresça e se torne igual ao pai, Henry. O irmão de Fay, Simon, está a cumprir dez anos de prisão por ter ajudado Henry na sua fuga. No silêncio da cela, Simon pensa nos anos tumultuosos da presença de Henry e suspeita que talvez ele não fosse o homem que aparentava ser. As suas suspeitas são confirmadas quando a CIA pede a Fay que viaje para Paris para recuperar os bens de Henry. A sua missão transforma-se num jogo de enganos, lançando Fay no mundo da espionagem internacional.
Uma entrevista ao realizador, realizada por João Lisboa e Jorge Mourinha, imagens, trailer e biofilmografia são os extras que completam a edição do filme.
FLIRT justapõe três histórias, três cidades e três romances. Em Nova Iorque, Bill, um tipo bem intencionado, mas muito mimado, recebe um ultimato da namorada, Emily: ou a pede em casamento ou a relação termina. Em Berlim, Dwight, um jovem precoce americano, vive com Johan, um alemão mais velho, negociador de arte. Em Tóquio, a discreta e modesta bailarina Miho é beijada pelo professor, o senhor Ozu.
Nos extras, conta-se uma entrevista a Hartley, entrevista inédita em que o realizador fala sobre a sua carreira e os seus filmes, essencial para compreender o percurso de um dos mais importantes realizadores americanos contemporâneos, cujos filmes se tornaram marcos do cinema independente americano. Os extras têm ainda imagens e a biofilmografia do realizador.
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PERSÉPOLIS em DVD
Depois da estreia em sala no passado mês de Fevereiro, é agora lançado em DVD o filme Persépolis, a premiada animação de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud.
Baseado na obra autobiográfica original da mesma Satrapi, Persépolis mergulha em 15 anos da história do Irão, da deposição do regime do Xá, em 1978 e tomada do poder pelos fundamentalistas islâmicos, passando pela guerra Irão-Iraque, até 1993, momento em que a jovem heroína do filme, decide que, para ser livre e emancipada, tem que deixar o seu país natal. A história é-nos contada através dos olhos da precoce e extrovertida Marjane, de 9 anos, nascida no seio de uma família culta, com quem vemos a esperança de um povo ser destruída quando os fundamentalistas tomam o poder, forçando as mulheres a usar o véu e mandando para a prisão milhares de pessoas. Com um delicado equilíbrio entre a tragédia histórica e a comédia familiar, e o drama e a sátira social, Persépolis é exímio não apenas na sua abordagem delicada aos conturbados acontecimentos que assolaram o Irão neste período, mas também no olhar destemido que lança sobre temas como a liberdade e repressão, o preconceito e o fundamentalismo religioso, e a ignorância e a intolerância.
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ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA
EM COMPETIÇÃO NO FIPA DE BIARRITZ
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FILME JÁ ESTÁ À VENDA EM DVD EM EDIÇÃO COLECCIONADOR E EDIÇÃO ESPECIAL QUE INCLUI O CD MULHERES AO ESPELHO
ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA, um filme de Manuel Mozos, a partir de uma ideia original de Maria João Seixas, foi seleccionado para a competição na secção de Artes Performativas da próxima edição do FIPA, o mais importante festival mundial de programas audiovisuais que decorre em Biarritz de 26 a 31 de Janeiro.
Retrato único de uma das melhores fadistas portuguesas, o filme tem assim a sua estreia internacional depois das apresentações no INDIELISBOA, na retrospectiva dedicada a Manuel Mozos na Malaposta e na 5ª edição do “[12] Imagens sobre Música – Mostra de Filmes Documentários”. ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA está também já à venda em dvd, numa edição coleccionador com vários extras e uma edição especial que inclui também o último CD da fadista, Mulheres ao Espelho.
ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA é um retrato da figura única que é Aldina Duarte, senhora - menina, fadista por convicção e amor. Traçando o seu perfil, desvendando a sua personalidade, viajando com ela através da sua cidade, Lisboa, pelos locais que lhe são mais queridos e que ela tão bem conhece, expondo-se livre e aberta, generosa e viva, inocente mas sábia, com a frontalidade e certa malícia cheia de pudor e respeito que tão bem a caracterizam.
O DVD tem como extras uma entrevista a Aldina Duarte na Rádio Radar, um depoimento de Maria Emília, professora de Ioga de Aldina Duarte, o videoclip Princesa Prometida, 4 Fados em concerto, Cenas não utilizadas, cartaz, discografia de Aldina Duarte e filmografia de Manuel Mozos. Para além da edição em dvd do filme, existe também uma edição especial que inclui o último CD de Aldina Duarte, “Mulheres Ao Espelho”.
ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA contou com o patrocínio da Câmara Municipal de Lisboa, Roda-Lá Music e FNAC e teve o investimento do FICA /FUNDO DE INVESTIMENTO PARA O CINEMA E O AUDIOVISUAL.
ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA a partir de uma ideia original de MARIA JOÃO SEIXAS imagem RICARDO REZENDE som OLIVIER BLANC montagem OLGA RAMOS RICARDO REZENDE com o patrocínio CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA RODA-LÁ MUSIC FNAC este filme teve o investimento do FICA/FUNDO DE INVESTIMENTO PARA O CINEMA E O AUDIOVISUAL produção PEDRO BORGES MIDAS FILMES realização MANUEL MOZOS
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NUNO TEOTÓNIO PEREIRA - UM HOMEM NA CIDADE
Seleccionado para o FIFA - 28º Festival Internacional de
Filmes sobre Arte, em Montréal, no Canadá |
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NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE, o documentário de Joana Cunha Ferreira sobre o arquitecto Nuno Teotónio Pereira foi seleccionado para o FIFA - 28º Festival Internacional de Filmes sobre Arte, onde será exibido na secção Horizontes. O festival decorre em Montréal de 18 a 28 de Março.
NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE é uma produção da Midas Filmes para a Série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP2.
A selecção para o FIFA segue-se à antestreia no IndieLisboa, onde conquistou o aplauso do público e à exibição na RTP2.
Nuno Teotónio Pereira é conhecido sobretudo como arquitecto. Mas ao longo da sua vida ele foi também muitas outras coisas. Mesmo se em todas essas coisas ele nunca deixou de ser arquitecto. E se todas essas coisas reenviam sempre ao arquitecto que ele é. Este “retrato” de Nuno Teotónio Pereira não pretende ser senão uma iniciação à sua vida e obra. Sabendo que num filme nunca cabe uma vida inteira.
NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE é uma produção da Midas Filmes para a Série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões e da Ordem dos Arquitectos.
Esta série inclui ainda os filmes m.h.m. sobre o editor e poeta Manuel Hermínio Monteiro de André Godinho, Falamos sobre António Campos sobre o documentarista António Campos de Catarina Alves Costa, Bartolomeu Cid dos Santos - Por Terras Devastadas sobre o artista Bartolomeu Cid dos Santos de Jorge Silva Melo, e Todi - A Segunda Morte de Luísa Aguiar de Rui Esteves sobre a cantora lírica Luísa Todi.
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BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS
Conquista prémio de Melhor Filme Português no Festival Temps d’Images |
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BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS, um filme realizado por Jorge Silva Melo e produzido pela Midas Filmes, ganhou o prémio de Melhor Filme Português na competição de Filmes sobre Arte do Festival Temps d’Images.
A cerimónia de entrega de prémios realizou-se ontem à noite, tendo o filme de Jorge Silva Melo sido apresentado na sexta-feira, dia 13 de Novembro, na Sala Polivalente do Museu Colecção Berardo.
O júri era constituído por Ariel Pinheiro, Diogo Dias, Gÿorgy Szabó, João Lourenço, Maja Escher, Paulo Montes e Rita Barracha.
BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS
“Bartolomeu Cid dos Santos (1931-2008), gravador, pintor, é um dos grandes artistas do século XX. O seu é o mundo crepuscular do fim do Império, ele que criou as primeiras metáforas contra o Colonialismo Português. E que, com renovada vitalidade, se insurgiu contra a Nova Ordem Mundial. Sabendo, com Eliot, que "tempo passado e tempo futuro estão ambos presentes no tempo presente".”
Jorge Silva Melo
BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS é uma produção da Midas Filmes (produtor associado Artistas Unidos) para a Série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões e da Câmara Municipal de Tavira. O filme foi já apresentado no IndieLisboa.
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BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS e
O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO
Candidatos aos Prémios de Cinema para Filmes sobre Arte Do Festival Temps d’Images |
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13 e 14 de Novembro na Sala Polivalente do Museu Colecção Berardo
BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS de Jorge Silva Melo e O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO de Fernando Lopes são candidatos aos prémios de cinema para filmes sobre arte do Festival Temps d’Images.
O filme de Jorge Silva Melo será apresentado na próxima sexta-feira, dia 13 de Novembro, às 16h00, e o filme de Fernando Lopes no dia seguinte, dia 14 de Novembro, às 16h30, ambos na sala polivalente do Museu Colecção Berardo.
BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS
“Bartolomeu Cid dos Santos (1931-2008), gravador, pintor, é um dos grandes artistas do século XX. O seu é o mundo crepuscular do fim do Império, ele que criou as primeiras metáforas contra o Colonialismo Português. E que, com renovada vitalidade, se insurgiu contra a Nova Ordem Mundial. Sabendo, com Eliot, que "tempo passado e tempo futuro estão ambos presentes no tempo presente".” Jorge Silva Melo
BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS é uma produção da Midas Filmes (produtor associado Artistas Unidos) para a Série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões e da Câmara Municipal de Tavira. O filme foi já apresentado no IndieLisboa.
O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO
“Mike, o meu amigo, é meio suíço, meio americano. É pintor e vive há 30 anos em Portugal, onde ele descobriu a sua Ilha dos Amores. É pois também português. Na Fonte Santa, entre e o Redondo e o Alandroal tem o seu atelier, um enorme hangar onde fizemos este filme. O seu nome de guerra é Michael Biberstein. Reconhecido internacionalmente, é um pintor presente na Gulbenkian, em Serralves e na Colecção Joe Berardo, no que a Portugal diz respeito, e no estrangeiro no Museu Reina Sofia, em Madrid, o Beaubourg em Paris, no Whitney Museum em Nova York. Para lá dos múltiplos coleccionadores particulares portugueses e estrangeiros. Decidimos partir para esta aventura numa conversa em casa de amigos comuns. "Mike, porque é que não fazes um quadro para eu filmar?". "Porque não?", respondeu-me o Mike. "Devo dizer-te, no entanto, que se não gostar do quadro não há filme". "Vamos arriscar, essa é a verdadeira natureza do cinema, e já agora da pintura, não achas?". Arriscámos, e aqui está o resultado. O Mike deu-me a ver e a filmar a sua viagem interior na criação de uma pintura. Filmámos pois o silêncio, o seu mistério, e a sua magia.” Fernando Lopes
A apresentação no Temps d’Images de O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO segue-se às apresentações no Panorama, no DocLisboa, onde foi apresentado na secção Riscos e Ensaios e à selecção no FIPA (Festival Internacional de Programas Audiovisuais) em Biarritz, França, onde foi apresentado na secção “Situações da Criação Europeia”, que todos os anos selecciona menos de uma dezena de produções singulares de entre toda a produção europeia.
O filme é uma produção da Midas Filmes com o apoio da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores e do Instituto Camões. O filme foi produzido com o investimento do FICA – Fundo de Investimento no Cinema e Audiovisual.
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MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – m.h.m.
EM SESSÃO NA CINEMATECA PORTUGUESA
Quinta-feira, 12 de Novembro, às 21h30 |
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MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – M.H.M., o documentário de André Godinho, produzido pela Midas Filmes, sobre o editor Manuel Hermínio Monteiro será exibido esta quinta-feira, dia 12 de Novembro, às 21h30, na Sala Dr. Félix Ribeiro da Cinemateca Portuguesa, juntamente com outros dois documentários do realizador: Riders e Fonte Santa.
M.H.M. traça um retrato de Manuel Hermínio Monteiro, um dos maiores editores portugueses, e dos seus segredos, segredos que gostava de partilhar.
RIDERS é um making-of da ópera “Riders to the Sea”, encenada por André E. Teodósio e FONTE SANTA é uma encomenda de um filme sobre água, parte do projecto "Messages in a Peepbox", para a Expo Zaragoza 2008.
MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – M.H.M. é uma produção da Midas Filmes para a Série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP2, teve o apoio do Instituto Camões, foi já apresentado no IndieLisboa onde conquistou o aplauso do público, e exibido na RTP2 no dia 24 de Outubro.
MHM/2009
Realização André Godinho
Depoimentos Manuela Correia, José Agostinho Baptista, Luis Guerra e António Costa, Sérgio Godinho, Graça Morais,Manuel António Pina e Luis Miguel Queirós.
Imagem Pedro Pinho Som Nuno Morão, Armanda Carvalho, Olivier Blanc Montagem Luísa Homem Produção Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano com Marta Fernandes, Joana Moura, Fabienne Martinot
Produtor Pedro Borges Apoio Instituto Camões Uma Produção Midas Filmes para a para a Série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP 2
Sinopse:
O Hermínio gostava de partilhar os seus segredos. Trás-os-Montes era um segredo, como a noite de Lisboa. A comida era um segredo, como o vinho e os charutos. Os amigos eram um segredo, como os poetas, que também eram os amigos. E os livros eram o maior segredo. Desvendou-os todos na Assírio & Alvim.
RIDERS/2005
Realização/Imagem André Godinho
Som Joana Frazão, Madalena Miranda, Marta Lima, Pedro Paiva, Tiago Afonso
Montagem Maria João Taborda
Produção Fundação Calouste Gulbenkian
Making-of da ópera “Riders to the Sea”, encenada por André E. Teodósio, no Curso de Encenação de Ópera do Programa Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian.
Sinopse
Este filme é sobre um encenador de ópera, sobre o seu trabalho. A ópera é sobre o trabalho e dá trabalho: a música, o libreto, o naturalismo vs. tragédia, os cantores, o vídeo... Até este filme deixar de ser sobre ele e passar a ser sobre uma cantora: a personagem, os movimentos, o encenador... Até este filme deixar de ser sobre ela e passar a ser sobre uma figurante, que só diz uma frase...
FONTE SANTA/2008
Realização/Imagem/Montagem André Godinho
A partir de uma ideia de António Gouveia
Música “Fonte Santa” de Norberto Lobo
Produção Dupla Cena
Encomenda de um filme sobre água, parte do projecto "Messages in a Peepbox", para a Expo Zaragoza 2008:
Sinopse:
Todos os fins-de-semana, as Termas de Luso enchem-se de pessoas, carregadas de garrafões de plástico, em busca da água que corre das bicas gratuitamente. As obras na área da nascente sugerem um cenário que se pode crer de pós-catástrofe, onde a peregrinação incessante parece assumir um carácter visualmente esclarecedor de um futuro não tão distante, da água como um bem escasso e precioso.
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GENTE DA CASA EM ANTESTREIA NO doclisboa 2009
Uma produção Midas Filmes, na competição nacional,
5ªfeira, dia 22 de Outubro, às 19h00 |
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GENTE DA CASA um filme de Carlos Gomes e Ruy Otero com realização de Ruy Otero e produzido pela Midas Filmes está na competição de longas-metragens do DocLisboa – VII Festival Internacional de Cinema, que decorre entre os dias 15 e 25 de Outubro, e será apresentado quinta-feira, 22 de Outubro, às 19h00, no Grande Auditório da Culturgest.
GENTE DA CASA filma uma casa e a sua construção, ao longo de ano e meio. As máquinas, as ferramentas, os materiais, os trabalhadores. Arquitecto, construtores, operários. Os que vão chegando e os que vão partindo, até a obra terminar. O trabalho no dia-a-dia, e a vida de todas essas pessoas. A gente da casa.
A Midas apresenta ainda no DocLisboa o último filme de Abbas Kiarosami, SHIRIN, que terá a sua antestreia amanhã, 20 de Outubro, às 20h30, na Sala 1 do Cinema Londres. O filme estreará em Portugal a 14 de Janeiro de 2010.
SHIRIN é a obra-prima de Kiarostami, cento e catorze actrizes iranianas e uma estrela francesa: espectadoras mudas da representação teatral Khosrow e Shirin, um poema persa do século XII, encenado por Kiarostami. O desenvolvimento do texto – que sempre apaixonou os espectadores na Pérsia e no Médio Oriente – permanece invisível para o espectador do filme. Toda a história é contada pelos rostos intensos e belos das mulheres que assistem ao espectáculo. Um mapa de ricas e pungentes emoções. É um trabalho “fora de campo” levado ao limite.
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MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO m.h.m. de ANDRÉ GODINHO
Este sábado, 24 de Outubro, às 21h00, na RTP2 |
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MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – m.h.m, o documentário de André Godinho sobre o editor Manuel Hermínio Monteiro será exibido este sábado, dia 24 de Outubro, às 21h00, na RTP2, sendo o quinto filme da série de documentários da Midas Filmes para a RTP2 sobre Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa.
A exibição em televisão segue-se à antestreia no IndieLisboa, onde conquistou o aplauso do público.
“O Hermínio gostava de partilhar os seus segredos. Trás-os-Montes era um segredo, como a noite de Lisboa. A comida era um segredo, como o vinho e os charutos. Os amigos eram um segredo, como os poetas, que também eram os amigos. E os livros eram o maior segredo. Desvendou-os todos na Assírio & Alvim.” (André Godinho)
MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – m.h.m é uma produção da Midas Filmes para a RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões.
Esta série inclui ainda os filmes já exibidos em televisão sobre o cineasta António Campos (Catarina Alves Costa), o artista Bartolomeu Cid dos Santos (Jorge Silva Melo), a cantora lírica Luísa Todi (Rui Esteves) e o arquitecto Nuno Teotónio Pereira (Joana Cunha Ferreira).
Realização André Godinho
Depoimentos Manuela Correia, José Agostinho Baptista, Luis Guerra e António Costa, Sérgio Godinho, Graça Morais, Manuel António Pina e Luis Miguel Queirós.
Imagem Pedro Pinho Som Nuno Morão, Armanda Carvalho, Olivier Blanc Montagem Luísa Homem Produção Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano com Marta Fernandes, Joana Moura, Fabienne Martinot
Produtor Pedro Borges Apoio Instituto Camões Uma Produção Midas Filmes para a RTP 2
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NUNO TEOTÓNIO PEREIRA - UM HOMEM NA CIDADE
De Joana Cunha Ferreira, este sábado, 17 de Outubro, às 21h00, na RTP2 |
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NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE, o documentário de Joana Cunha Ferreira sobre o arquitecto Nuno Teotónio Pereira será exibido este sábado, dia 17 de Outubro, às 21h00, na RTP2, sendo o quarto filme da série de documentários da Midas Filmes para a RTP2 sobre Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa.
A exibição em televisão segue-se à antestreia no IndieLisboa, onde conquistou o aplauso do público.
Nuno Teotónio Pereira é conhecido sobretudo como arquitecto. Mas ao longo da sua vida ele foi também muitas outras coisas. Mesmo se em todas essas coisas ele nunca deixou de ser arquitecto. E se todas essas coisas reenviam sempre ao arquitecto que ele é. Este “retrato” de Nuno Teotónio Pereira não pretende ser senão uma iniciação à sua vida e obra. Sabendo que num filme nunca cabe uma vida inteira.
NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE é uma produção da Midas Filmes para a RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões e da Ordem dos Arquitectos.
Esta série inclui ainda o filme sobre o editor e poeta Manuel Hermínio Monteiro – m.h.m de André Godinho, que será exibido no sábado, dia 24 de Outubro, às 21h30, na RTP2, e os filmes já exibidos em televisão sobre o cineasta António Campos (Catarina Alves Costa), o artista Bartolomeu Cid dos Santos (Jorge Silva Melo) e a cantora lírica Luísa Todi (Rui Esteves).
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TODI - A SEGUNDA MORTE DE LUÍSA AGUIAR
De Rui Esteves com texto de Maria João Seixas e pesquisa e direcção musical do maestro João Paulo Santos, na RTP2, este sábado, 5 de Setembro, às 21h00 |
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TODI – A SEGUNDA MORTE DE LUÍSA AGUIAR, o documentário com realização e autoria de Rui Esteves, texto de Maria João Seixas e pesquisa e direcção musical do maestro João Paulo Santos, que resgata a memória de uma das nossas maiores cantoras líricas, Luísa Todi, será exibido este sábado, dia 5 de Setembro, às 21h00, na RTP2.
TODI – A SEGUNDA MORTE DE LUÍSA AGUIAR é um documentário de uma enorme grandiosidade, com uma interpretação magnífica da actriz Laura Soveral a dar corpo a Luísa Todi, filmado em Lisboa, Setúbal e Porto. A pesquisa e direcção musical é do maestro João Paulo Santos, tendo-se procedido à gravação original de música da época, interpretada pela orquestra Camerata Vianna da Motta, composta por 16 músicos, e 3 das nossas maiores cantoras: Ana Ferraz, Ana Paula Russo e Lara Martins.
Durante 24 horas, algures no ano de 2008, uma octogenária de porte digno, vestida de negro e de olhar surpreso, percorre locais em Setúbal, Porto e Lisboa. Seu nome: Luísa Aguiar, La Todi. O primeiro nome português cantado nas ruas, a ser disputado por facções rivais, sussurrado por políticos e poetas, inspirador de compositores, vítima de invejas e de cabalas empresariais. Idolatrada nas cortes imperiais da Europa e nos grandes teatros, amiga de Maria Antonieta, Catarina da Rússia, Frederico da Prússia, Beethoven, de Napoleão Bonaparte, inspiradora de Cherubini e tantos outros, a “Cantatrice de La Nation” morre, viúva, só, quase cega e quase pobre em Lisboa. A mulher, de passo hesitante mas de mente lúcida, erra por entre gentes e computadores, esplanadas e prédios, becos e teatros, pontes destruídas e conventos, procurando (quase) inutilmente reconhecer esses mesmos locais, agora de triste esquecimento.
Uma produção da Midas Filmes, este documentário integra a série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa Resultado de um concurso público da RTP2, e teve um orçamento de 80 mil euros, cerca de metade do qual suportado pela RTP. TODI – A SEGUNDA MORTE DE LUÍSA AGUIAR teve o patrocínio do Teatro Nacional de São Carlos, e o apoio do Instituto Camões e da Sociedade Portuguesa de Autores.
É a segunda exibição do filme, mas na realidade a sua verdadeira estreia em televisão, uma vez que na primeira exibição, a 24 de Maio passado, um gravíssimo acidente (que a seu tempo se esclarecerá) levou a que o filme tivesse sido exibido com o corte do seu genérico, e portanto sem a identificação dos seus autores e de todos os participantes.
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BARTOLOMEU CID DOS SANTOS - POR TERRAS DEVASTADAS
De Jorge Silva Melo, 10 de Maio, às 21h00, na RTP2 |
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BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS, o documentário de JORGE SILVA MELO sobre o artista Bartolomeu Cid dos Santos será exibido este domingo, dia 10 de Maio, às 21h00, na RTP2, sendo o segundo filme da série de documentários da Midas Filmes para a RTP2 sobre Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa.
A exibição em televisão segue-se à antestreia no IndieLisboa, onde conquistou o aplauso do público.
Bartolomeu Cid dos Santos (1931-2008), gravador, pintor, é um dos grandes artistas do século XX. O seu é o mundo crepuscular do fim do Império, ele que criou as primeiras metáforas contra o Colonialismo Português. E que, com renovada vitalidade, se insurgiu contra a Nova Ordem Mundial. Sabendo, com Eliot, que "tempo passado e tempo futuro estão ambos presentes no tempo presente".
Jorge Silva Melo
BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS é uma produção da Midas Filmes (produtor associado Artistas Unidos) para a RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões e da Câmara Municipal de Tavira.
Esta série inclui ainda filmes sobre o cineasta António Campos (Catarina Alves Costa), o arquitecto Nuno Teotónio Pereira (Joana Cunha Ferreira), o editor e poeta Manuel Hermínio Monteiro (André Godinho) e o ensaísta e historiador Vasco Pulido Valente (Fernando Lopes).
Bartolomeu Cid dos Santos que nasceu em Lisboa em 1931 e morreu em Londres em 2008, viveu entre Lisboa e Londres, mas também em Sintra, Tavira, Lahore, Bagdad, Macau...
Na Slade School de Londres, estudou gravura e veio a tornar-se um dos seus mais reputados professores.
Mas no final do século XX, reformado, regressado a Portugal, retomou a pintura, construiu caixas, refez gravuras, fez esculturas.
Um mundo crepuscular, o do fim dos muitos impérios, será o mundo de Bartolomeu. Que, em 65, criou uma das primeiras metáforas contra o Poder Colonial Português, a gravura "Portuguese Men of War". E que no fim da vida, com fúria visível e renovada vitalidade, se insurge contra a Nova Ordem Mundial. Mas um mundo também no anoitecer dos sentimentos amorosos, à procura de mais alguma coisa, de algum além para além do mar.
Entre conversas com Bartolomeu e alguns dos seus mais próximos (como Paula Rego, Helder Macedo, John Aiken, Manuel Augusto Araújo, Valter Vinagre), procuro fazer um breve retrato deste homem das sete partidas do mundo, artista multifacetado, irónico, romântico, terno, grande conhecedor do mundo, das viagens e das técnicas, grande conhecedor das letras, e fazer ver como ele, em cada obra que faz, gravura, pintura, escultura ou... convoca todo o tempo passado, todas as terras distantes, sabendo, com Eliot, que "tempo passado e tempo futuro estão ambos presentes no tempo presente".
Um retrato de um homem que, aos 14 anos, no Chrysler do seu avô, foi de Lisboa a Paris em 1946, e viu desfilar a terra devastada depois da II Guerra Mundial.
E é por terras devastadas, ruínas, labirintos, mares que ele, sempre menino e sempre marinheiro, procura... e procura o quê?
Jorge Silva Melo
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FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS
De Catarina Alves Costa este domingo, 3 de Maio, às 21h00, na RTP2 |
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FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS, o documentário de Catarina Alves Costa sobre o cineasta António Campos será exibido este domingo, dia 3 de Maio, às 21h00, na RTP2, sendo o primeiro filme da série de documentários da Midas Filmes para a RTP2 sobre Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa.
A exibição em televisão segue-se à antestreia no Panorama, 3ªmostra do documentário português, aos prémios conquistados nos Caminhos do Cinema Português – Prémio Melhor Documentário e Menção Honrosa do Júri da Imprensa – e à exibição no IndieLisboa, onde voltou a conquistar o aplauso do público.
“FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS é um retrato de António Campos, cineasta excepcional a que chamaram amador, um dos mais singulares realizadores portugueses pelo modo como filmou o país nas décadas de 60 e 70. Considerado um realizador à margem, um solitário, um instintivo que trabalhava sem meios e com a cumplicidade de alguns, Campos representa a paixão de filmar. Usando excertos dos seus filmes, e revelando em conversas o seu cinema e a importância que este tem, este documentário quer mais do que tudo encontrar o homem, a pessoa. Para isso, revisita as paisagens que filmou, reconstitui o mundo em que vivia, o momento em que começa a filmar, a Leiria do teatro amador e da Escola Industrial, os anos em que trabalhava na Fundação Gulbenkian, usando para estas reconstituições depoimentos, fotografias e filmes pessoais.”
Catarina Alves Costa FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS é uma produção da Midas Filmes para a RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões.
Segue-se no dia 10 de Maio o segundo documentário da série, BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS, de Jorge Silva Melo. Esta série inclui ainda filmes sobre o arquitecto Nuno Teotónio Pereira (Joana Cunha Ferreira), o editor e poeta Manuel Hermínio Monteiro (André Godinho) e o ensaísta e historiador Vasco Pulido Valente (Fernando Lopes).
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CATARINA ALVES COSTA E JOANA CUNHA FERREIRA
DISTINGUIDAS EM COIMBRA
NOS CAMINHOS DO CINEMA PORTUGUÊS |
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CATARINA ALVES COSTA foi distinguida com o Prémio de Melhor Documentário e com a Menção Honrosa do Prémio da Imprensa pelo filme FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS, na XVI Edição dos Caminhos do Cinema Português, que decorreram em Coimbra, de 18 a 26 de Abril de 2009. JOANA CUNHA FERREIRA foi também distinguida com o Prémio Revelação pela realização de CORAÇÃO INDEPENDENTE e pela direcção de produção de FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS de Catarina Alves Costa e de O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO de Fernando Lopes.
O Júri Oficial distinguiu FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS de CATARINA ALVES COSTA com o Prémio de Melhor Documentário pelo “excelente trabalho cinematográfico no campo do filme documental e pela importância do filme na justa divulgação da obra de um dos cineastas portugueses mais marginalizados na história do cinema em Portugal”. O Júri da Imprensa atribuiu-lhe ainda a Menção Honrosa do Prémio da Imprensa, galardão atribuído “devido ao retrato de um cineasta amador que sonhava tornar-se profissional, numa demonstração de amor incondicional à Sétima Arte. A A não concretização do sonho não impediu que se tornasse num dos nomes incontornáveis do Cinema em Portugal”. FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS é uma produção Midas Filmes para a RTP2 e faz parte da série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa e teve também o apoio do Instituto Camões.
JOANA CUNHA FERREIRA foi distinguida com o Prémio Revelação “pelo envolvimento num conjunto significativo de obras de grande valor artístico e cultural apresentado em competição no campo do documentário. O prémio distingue não só a realização de CORAÇÃO INDEPENDENTE, retrato da artista plástica Joana Vasconcelos, uma co-produção Midas Filmes/RTP, com o apoio do Instituto Camões e da Fundação Calouste Gulbenkian, e o investimento do FICA – Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual; mas também o seu trabalho enquanto directora de produção nos filmes FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS de Catarina Alves Costa e O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO de Fernando Lopes, uma produção Midas Filmes com o apoio da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores, do Instituto Camões, e o investimento do FICA – Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual.
Por último o Prémio do Público – Prémio REN, decidido entre as votações dos espectadores/público do festival, consagrou o filme A CORTE DO NORTE, de João Botelho, distribuído pela Midas.
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4 FILMES DA SÉRIE FIGURAS RELEVANTES DA CULTURA PORTUGUESA
Uma Produção Midas Filmes para a RTP 2, em Antestreia no Indielisboa‘09
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Quatro filmes da série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa, uma produção da Midas Filmes para a RTP2, vão ter antestreia no IndieLisboa ’09: NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE de Joana Cunha Ferreira, FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS de Catarina Alves Costa, BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS de Jorge Silva Melo e MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – m.h.m de André Godinho.
NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE de Joana Cunha Ferreira e FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS de Catarina Alves Costa serão exibidos numa sessão dupla na terça-feira, 28 de Abril, às 19h00, no Cinema São Jorge, na sala 1.
Nuno Teotónio Pereira é conhecido sobretudo como arquitecto. Mas ao longo da sua vida ele foi também muitas outras coisas. Mesmo se em todas essas coisas ele nunca deixou de ser arquitecto. E se todas essas coisas reenviam sempre ao arquitecto que ele é. Este “retrato” de Nuno Teotónio Pereira não pretende ser senão uma iniciação à sua vida e obra. Sabendo que num filme nunca cabe uma vida inteira.
Já o filme de Catarina Alves Costa traça o perfil de António Campos, cineasta excepcional a que chamaram amador, um dos mais singulares realizadores portugueses pelo modo como filmou o país nas décadas de 60 e 70. Considerado um realizador à margem, um solitário, um instintivo, Campos representa a paixão de filmar.
BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS de Jorge Silva Melo e MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – m.h.m de André Godinho serão antestreados também numa sessão dupla, na quinta-feira, 30 de Abril, às 19h00, no Cinema São Jorge, na sala 1.
Jorge Silva Melo faz o retrato de Bartolomeu Cid dos Santos (1931-2008), gravador, pintor, um dos grandes artistas do século XX. O seu é o mundo crepuscular do fim do Império, ele que criou as primeiras metáforas contra o Colonialismo Português. E que, com renovada vitalidade, se insurgiu contra a Nova Ordem Mundial. Sabendo, com Eliot, que "tempo passado e tempo futuro estão ambos presentes no tempo presente".
Já André Godinho desenha o retrato íntimo de uma das mais singulares figuras na edição portuguesa Manuel Hermínio Monteiro. O Hermínio gostava de partilhar os seus segredos. Trás os Montes era um segredo, como a noite de Lisboa. A comida era um segredo, como o vinho e os charutos. Os amigos eram um segredo, como os poetas, que também eram os amigos. E os livros eram o maior segredo. Desvendou-os todos na Assírio & Alvim.
NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE
realização Joana Cunha Ferreira colaboração Diogo Seixas Lopes imagem João Ribeiro som Armanda Carvalho, Olivier Blanc montagem Pedro Duarte voz off Marcello Urgeghe produção Joana Cunha Ferreira, João Brito, Alexandra Caiano com Fabienne Martinot, Marta Fernandes administração de produção Joana Moura Apoio Instituto Camões, Ordem dos Arquitectos produtor Pedro Borges
FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS
Realização Catarina Alves Costa com a participação de Alexandre Gonçalves, Augusto M. Seabra, José Manuel Costa, João Bénard da Costa, Paulo Rocha, Fernando Cruz, Augusto Mota, Luís Capinha, Maria João Franco, Vítor Bandeira, Acácio de Almeida Imagem Pedro Paiva Som Olivier Blanc Montagem Pedro Duarte Mistura de Som Tiago Matos Produtor delegado RTP Margarida Lucena e Vale Produção Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano com Marta Fernandes, Joana Moura, Fabienne Martinot apoio Instituto Camões Produtor Pedro Borges
BARTOLOMEU CID DOS SANTOS – POR TERRAS DEVASTADAS
argumento e realização Jorge Silva Melo depoimentos Alan Sillitoe, Hélder Macedo, João Cutileiro, John Aiken, Manuel Augusto Araújo, Paula Rego, Valter Vinagre assistência de realização Maria do Mar Fazenda, Andreia Bento imagem José Luís Carvalhosa som Armanda Carvalho, Quintino Bastos, João Eleutério montagem Vitor Alves assistência de montagem Miguel Aguiar mistura de som Tiago Matos produção João Matos, Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano Apoio Câmara Municipal de Tavira, Instituto Camões colaboração na produção Artistas Unidos produtor Pedro Borges
MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – m.h.m.
realização André Godinho colaboração Francisco José Viegas depoimentos Manuela Correia, José Agostinho Baptista, Luís Guerra e António Costa, Sérgio Godinho, Graça Morais, Manuel António Pina e Luís Miguel Queirós - imagem Pedro Pinho som Nuno Morão, Armanda Carvalho, Olivier Blanc montagem Luísa Homem Produção Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano com Fabienne Martinot, Marta Fernandes Administração de Produção Joana Moura Apoio Instituto Camões produtor Pedro Borges
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ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA
NO INDIELISBOA’09
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ALDINA DUARTE - PRINCESA PROMETIDA com realização de Manuel Mozos, uma produção da Midas Filmes,vai ser antestreado
no IndieLisboa’09, na secção IndieMusic, no domingo, dia 26 de Abril, às 21h45, no Cinema São Jorge, na sala 1.
É um retrato da figura única que é Aldina Duarte, senhora-menina, fadista por convicção e amor. Traçando o seu perfil, desvendando a sua personalidade, viajando com ela através da sua cidade, Lisboa, pelos locais que lhe são mais queridos e que ela tão bem conhece, expondo-se livre e aberta, generosa e viva, inocente mas sábia, com a frontalidade e certa malícia cheia de pudor e respeito que tão bem a caracterizam.
Para o filme foi gravado um concerto de Aldina Duarte na Sala das Batalhas do Palácio Fronteira, em que Aldina foi acompanhada por José Manuel Neto na guitarra portuguesa e Nuno Miguel Ramos na viola.
Uma produção Midas Filmes com o patrocínio Câmara Municipal de Lisboa, FNAC e Roda-lá Musiceste e teve o investimento do FICA - FUNDO DE INVESTIMENTO PARA O CINEMA E AUDIOVISUAL.
a partir de uma ideia original de MARIA JOÃO SEIXAS imagem RICARDO REZENDE som
OLIVIER BLANC montagem OLGA RAMOS, RICARDO REZENDE direcção de produção JOANA CUNHA FERREIRA, CLÁUDIA LOPES assistentes de produção MÓNICA LOPES, DIOGO AURELIANO maquilhagem GORETTI PAIXÃO, MARGARIDA MIRANDA mistura de som TIAGO MATOS / MOS FILMES pós-produção ALEXANDRA CAIANO Midas Filmes FABIENNE MARTINOT, MARTA LISBOA, LEONOR MERGULHÃO imprensa e promoção MARTA FERNANDES administradores de produção LUÍS APOLINÁRIO, JOANA MOURA
concerto de Aldina Duarte gravado no Palácio Fronteira - Guitarra Portuguesa JOSÉ MANUEL NETO Viola NUNO MIGUEL RAMOS som FERNANDO NUNES
uma produção MIDAS FILMES com o patrocínio CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA, FNAC, RODA-LÁ MUSIC este filme teve o investimento do FICA FUNDO DE INVESTIMENTO PARA O CINEMA E AUDIOVISUAL produtor PEDRO BORGES realização MANUEL MOZOS
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QUATRO DOCUMENTÁRIOS SOBRE ARTISTAS PRODUZIDOS PELA MIDAS NOS CAMINHOS DO CINEMA PORTUGUÊS
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O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO de Fernando Lopes, FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS de Catarina Alves Costa, CORAÇÃO INDEPENDENTE de Joana Cunha Ferreira, três produções da MIDAS FILMES, e 6=0 HOMEOSTÉTICA, de Bruno de Almeida (Midas - produtor associado) vão ser apresentados no Festival Caminhos do Cinema Português, que decorre entre 18 e 26 de Abril, em Coimbra, no Teatro Académico de Gil Vicente.
O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO, filme de Fernando Lopes com o pintor Michael Biberstein, será exibido no sábado, dia 25 de Abril, às 15h00.
(com o apoio da SPA, do Instituto Camões, e o investimento do FICA)
FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS, um retrato de um dos mais singulares realizadores portugueses pelo modo como filmou o país nas décadas de 60 e 70, assinado por Catarina Alves Costa, será apresentado na quarta-feira, dia 22 de Abril, às 17h00.
(integrante da série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP2; com o apoio do Instituto Camões)
CORAÇÃO INDEPENDENTE, um filme de Joana Cunha Ferreira, que olha de perto o processo de trabalho da artista Joana Vasconcelos, uma das mais reconhecidas e mediáticas artistas portuguesas da sua geração, será exibido na terça-feira, dia 21 de Abril, às 17h00.
(co-produzido pela RTP2 e com o apoio do Instituto Camões, Fundação Calouste Gulbenkian e o investimento do FICA)
6=0 HOMEOSTÉTICA, de Bruno de Almeida, sobre o movimento Homeostética, que surgiu em Lisboa nos anos 80 e foi constituído pelos artistas Fernando Brito, Ivo, Pedro Portugal, Pedro Proença, Manuel João Vieira e Xana, será apresentado no sábado, dia 18 de Abril, às 15h00.
(co-produzido pela Midas, uma produção BA Filmes com o Instituto das Artes e a RTP2)
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O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO
De Fernando Lopes, sábado, 14 de Fevereiro, no PANORAMA
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O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO, o extraordinário filme de Fernando Lopes sobre o pintor Michael Biberstein, será apresentado no dia14 de Fevereiro, sábado, às 21h30, no Cinema São Jorge, no âmbito do Panorama, 3ªmostra do documentário português, que decorre entre 13 e 22 de Fevereiro.
Esta apresentação segue-se à estreia no DocLisboa, onde foi apresentado na secção Riscos e Ensaios, programada por Augusto M.Seabra e à selecção no FIPA (Festival Internacional de Programas Audiovisuais) em Biarritz, França, onde foi apresentado na secção “Situações da Criação Europeia”, que todos os anos selecciona menos de uma dezena de produções singulares de entre toda a produção europeia.
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FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS
De Catarina Alves Costa,
filme de abertura do PANORAMA
13 Fevereiro, às 21h30 |
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FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS um documentário de Catarina Alves Costa, retrato do cineasta António Campos, uma produção da Midas Filmes para a RTP2 no âmbito da série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa, será antestreado amanhã, dia 13 de Fevereiro, às 21h30, sendo o filme de abertura do Panorama, 3ªmostra do documentário português, que decorre entre 13 e 22 de Fevereiro, no Cinema São Jorge.
FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS é um retrato de António Campos, cineasta excepcional a que chamaram amador, um dos mais singulares realizadores portugueses pelo modo como filmou o país nas décadas de 60 e 70, que será homenageado nesta edição do Panorama. Considerado um realizador à margem, um solitário, um instintivo que trabalhava sem meios e com a cumplicidade de alguns, Campos representa a paixão de filmar. Usando excertos dos seus filmes, e revelando em conversas o seu cinema e a importância que este tem, este documentário quer mais do que tudo encontrar o homem, a pessoa. Para isso, revisita as paisagens que filmou, reconstitui o mundo em que vivia, o momento em que começa a filmar, a Leiria do teatro amador e da Escola Industrial, os anos em que trabalhava na Fundação Gulbenkian, usando para estas reconstituições depoimentos, fotografias e filmes pessoais.
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223.900 JÁ VIRAM CORAÇÃO INDEPENDENTE
Um filme de Joana Cunha Ferreira
com a artista Joana Vasconcelos
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Nas suas duas passagens na RTP2, nos dias 18 e 25 de Janeiro passados, o filme CORAÇÃO INDEPENDENTE, de Joana Cunha Ferreira sobre Joana Vasconcelos foi visto por mais de 200 mil espectadores.
Depois da sua estreia mundial na 13ª edição do Festival ARTE CINEMA em Nápoles, um dos mais conceituados festivais de filmes sobre arte e artistas em todo o mundo, e da abertura dos Estados Gerais do Documentário da última edição do DocLisboa, CORAÇÃO INDEPENDENTE esteve também no FIPA (Festival Internacional de Programas Audiovisuais) em Biarritz, França.
CORAÇÃO INDEPENDENTE é um retrato da artista Joana Vasconcelos, uma das mais originais e internacionais artistas portuguesas da sua geração. Ao longo de vários meses (de Maio a Outubro de 2007), o filme acompanha o desenvolvimento do seu trabalho e a reflexão que sobre ele a artista faz e a forma como depois o acompanha nas suas apresentações públicas. É o caso da sua mais recente obra de grande dimensão, o sapato “Dorothy”, que vemos nascer no seu atelier e acompanhamos depois na sua primeira exposição pública aquando da Bienal de Veneza do ano passado, onde também expôs a colcha “Donzela”, na fachada do Palazzo Lucchesi. Mas também a grande exposição antológica da sua obra que teve lugar na New Art Gallery, em Walsall, Inglaterra.
CORAÇÃO INDEPENDENTE é uma co-produção da Midas Filmes com a RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões, da Fundação Gulbenkian e o investimento do FICA - Fundo de Investimento no Cinema e Audiovisual.
CORAÇÃO INDEPENDENTE será exibido no cinema em Março de 2009 com edição simultânea em DVD.
www.joanavasconcelos.com
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FERNANDO LOPES e “O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO”,
dia 24 de Janeiro, no FIPA de BIARRITZ
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Começa hoje o FIPA (Festival Internacional de Programas Audiovisuais) que tem lugar em Biarritz, França, até 25 de Janeiro próximo e onde será apresentado o mais recente trabalho documental realizado por Fernando Lopes, O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO, com o pintor Michael Biberstein.
O filme será apresentado no dia 24 de Janeiro, na secção “Situações da Criação Europeia”, que todos os anos selecciona menos de uma dezena de produções singulares de entre toda a produção europeia, e estará assim presente num dos principais festivais e mercados de produções audiovisuais do mundo, agora dirigido por Pierre-Henri Deleau (que durante 30 anos foi director da Quinzena dos Realizadores de Cannes).
O filme integra também o FIPATEL, um mercado que decorre em paralelo com o festival e que selecciona cuidadosamente as produções que estarão disponíveis para visionamento de algumas centenas de profissionais que participam no FIPA.
No FIPATEL estarão também presentes os documentários FERNANDO LOPES, PROVAVELMENTE, de João Lopes sobre o realizador Fernando Lopes, e CORAÇÃO INDEPENDENTE de Joana Cunha Ferreira, sobre a artista JOANA VASCONCELOS, estreado no ARTECINEMA de Nápoles em Outubro passado e que teve a sua estreia nacional na abertura dos Estados Gerais do Documentário no DOCLISBOA.
Os três filmes são produções MIDAS, e continuam em Biarritz a sua carreira internacional.
Em Março de 2009, O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO e CORAÇÃO INDEPENDENTE serão ambos editados em DVD entre nós, numa nova colecção da MIDAS - ARTE E ARTISTAS – com documentários realizados por cineastas portugueses sobre artistas portugueses.
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CORAÇÃO INDEPENDENTE
este domingo, 18 de Janeiro, às 22h30, na RTP2
Filme de Joana Cunha Ferreira
com a artista Joana Vasconcelos
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CORAÇÃO INDEPENDENTE, o documentário de Joana Cunha Ferreira com a artista Joana Vasconcelos, será exibido este domingo, dia 18 de Janeiro, às 22h30 na RTP2, depois da sua estreia mundial na 13ª edição do Festival ARTE CINEMA em Nápoles, um dos mais conceituados festivais de filmes sobre arte e artistas em todo o mundo, e da abertura dos Estados Gerais do Documentário da última edição do DocLisboa. O filme estará também no FIPA (Festival Internacional de Programas Audiovisuais) que tem lugar em Biarritz, França, de 20 a 25 de Janeiro próximo.
CORAÇÃO INDEPENDENTE é um retrato da artista Joana Vasconcelos, uma das mais originais e internacionais artistas portuguesas da sua geração. Ao longo de vários meses (de Maio a Outubro de 2007), o filme acompanha o desenvolvimento do seu trabalho e a reflexão que sobre ele a artista faz e a forma como depois o acompanha nas suas apresentações públicas. É o caso da sua mais recente obra de grande dimensão, o sapato “Dorothy”, que vemos nascer no seu atelier e acompanhamos depois na sua primeira exposição pública aquando da Bienal de Veneza do ano passado, onde também expôs a colcha “Donzela”, na fachada do Palazzo Lucchesi. Mas também a grande exposição antológica da sua obra que teve lugar na New Art Gallery, em Walsall, Inglaterra.
CORAÇÃO INDEPENDENTE é uma co-produção da Midas Filmes com a RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões, da Fundação Gulbenkian e o investimento do FICA - Fundo de Investimento no Cinema e Audiovisual.
CORAÇÃO INDEPENDENTE será exibido no cinema em Março de 2009 com edição simultânea em DVD.
www.joanavasconcelos.com
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FERNANDO LOPES E “O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO”,
NO FIPA DE BIARRITZ
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O mais recente trabalho documental realizado por Fernando Lopes, O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO, com o pintor Michael Biberstein, acaba de ser seleccionado para o FIPA (Festival Internacional de Programas Audiovisuais) que tem lugar em Biarritz, França, de 20 a 25 de Janeiro próximo.
Apresentado na secção “Situações da Criação Europeia”, que todos os anos selecciona menos de uma dezena de produções singulares de entre toda a produção europeia, o trabalho de Fernando Lopes, estará assim presente num dos principais festivais e mercados de produções audiovisuais do mundo, agora dirigido por Pierre-Henri Deleau (que durante 30 anos foi director da Quinzena dos Realizadores de Cannes).
O filme integra também o FIPATEL, um mercado que decorre em paralelo com o festival e que selecciona cuidadosamente as produções que estarão disponíveis para visionamento de algumas centenas de profissionais que participam no FIPA.
No FIPATEL estará também presente o documentário CORAÇÃO INDEPENDENTE de Joana Cunha Ferreira, sobre a artista JOANA VASCONCELOS, estreado no ARTECINEMA de Nápoles em Outubro passado e que teve a sua estreia nacional na abertura dos Estados Gerais do Documentário no DOCLISBOA.
Ambos os filmes são produções MIDAS, e continuam em Biarritz a sua carreira internacional.
Em Fevereiro 2009 serão ambos editados em DVD entre nós, numa nova colecção da MIDAS - ARTE E ARTISTAS – com documentários realizados por cineastas portugueses sobre artistas portugueses.
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A MIDAS NO DOCLISBOA
Filmes de Fernando Lopes, Joana Cunha Ferreira e Bruno de Almeida em antestreia |
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O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO, de Fernando Lopes, e CORAÇÃO INDEPENDENTE, de Joana Cunha Ferreira, duas produções da MIDAS FILMES, vão ser antestreados no âmbito da 6ª edição do DocLisboa – Festival Internacional de Cinema Documental, que decorre de 16 a 26 de Outubro.
A MIDAS é ainda produtora associada do filme HOMEOSTÉTICA, de Bruno de Almeida seleccionado também para o DocLisboa.
O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO, filme de Fernando Lopes com o pintor Michael Biberstein será apresentado na secção Riscos e Ensaios, programada por Augusto M. Seabra. CORAÇÃO INDEPENDENTE, de Joana da Cunha Ferreira, sobre a artista Joana Vasconcelos, será o Filme de Abertura dos Estados Gerais do Documentário, 3 dias de projecções e debates, para questionar o estado do documentário português.
HOMEOSTÉTICA, de Bruno de Almeida, sobre o grupo Homeostético, que surgiu em Lisboa nos anos 80 e foi constituído pelos artistas Fernando Brito, Ivo, Pedro Portugal, Pedro Proença, Manuel João Vieira e Xana, de que a MIDAS FILMES é produtora associada, será apresentado na competição nacional do festival.
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CORAÇÃO INDEPENDENTE seleccionado para
Festival ARTECINEMA em Nápoles
Filme de Joana Cunha Ferreira
com a artista Joana Vasconcelos
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CORAÇÃO INDEPENDENTE, um documentário de Joana Cunha Ferreira com a artista Joana Vasconcelos, terá estreia mundial na 13ª edição do Festival ARTE CINEMA em Nápoles, um dos mais conceituados festivais de filmes sobre arte e artistas em todo o mundo.
CORAÇÃO INDEPENDENTE é um retrato da artista Joana Vasconcelos, uma das mais originais e internacionais artistas portuguesas da sua geração. Ao longo de vários meses (de Maio a Outubro de 2007), o filme acompanha o desenvolvimento do seu trabalho e a reflexão que sobre ele a artista faz e a forma como depois o acompanha nas suas apresentações públicas. É o caso da sua mais recente obra de grande dimensão, o sapato “Dorothy”, que vemos nascer no seu atelier e acompanhamos depois na sua primeira exposição pública aquando da Bienal de Veneza do ano passado, onde também expôs a colcha “Donzela”, na fachada do Palazzo Lucchesi. Mas também a grande exposição antológica da sua obra que teve lugar na New Art Gallery, em Walsall, Inglaterra.
A realizadora Joana Cunha Ferreira e a artista Joana Vasconcelos acompanharão pessoalmente a projecção do filme em Nápoles.
CORAÇÃO INDEPENDENTE é uma co-produção da Midas Filmes com a RTP2 e teve o apoio do Instituto Camões, da Fundação Gulbenkian e o investimento do FICA - Fundo de Investimento no Cinema e Audiovisual.
A 13ª edição do ArteCinema decorre entre 16 e 19 de Outubro e apresentará 30 filmes em antestreia, divididos entre as secções Arte Visual, Arquitectura, e Fotografia, convidando realizadores e artistas retratados para apresentarem as suas obras, e tornando-se assim um certame privilegiado no contacto entre o público e os maiores nomes da arte contemporânea.
Este ano o festival apresentará entre outros os filmes "The Spider, The Mistress and The Tangerine", de Marjon Cajori e Amei Wallach sobre a artista Louise Burgeois, "Damien Hirst: Addicted to Art", de Lucy Allen e "Ettore Spalletti", de Pappi Corsicato, documentário sobre um dos mais famosos artistas italianos que já por quatro vezes representou o país na Bienal de Veneza.
Nas últimas edições foram apresentados filmes sobre Joseph Beuys, Bruce Nauman, Sophie Calle, Marina Abramovic, Renzo Piano, Álvaro Siza e David LaChapelle, entre outros.
www.joanavasconcelos.com
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