Produção

FERNANDO LOPES, PROVAVELMENTE
De João Lopes

  • Sinopse
  • Ficha Artística
  • Dossier de Imprensa

Viajamos com Fernando Lopes até às suas origens: por um lado, a terra, a Várzea da infância; por outro lado, o cinema, as convulsões do Cinema Novo português e o desejo utópico de transformar o mundo.

Não é um movimento nostálgico, mas uma exigência de verdade. A mesma exigência que o levou a filmar a vida crua e romanesca de Belarmino Fragoso, na Lisboa dos anos 60, a encarar os fantasmas do mundo rural recolhidos em “Uma Abelha na Chuva” de Carlos de Oliveira, ou ainda a retratar a solidão avassaladora dos novos condomínios fechados, em “Lá Fora”.

Na nossa viagem, desaparecem as fronteiras entre o cinema e a vida.

Imagens e sons
João Lopes

A certa altura, em “Fernando Lopes, provavelmente”, o Fernando resume o seu desejo de cinema nomeando as matérias essenciais do seu trabalho. Ou seja: imagens e sons. É uma velha máxima de inspiração godardiana, comme il faut, mas que não se esgota em nenhuma beatitude cinéfila nem favorece qualquer nostalgia preguiçosa.

Trabalhar imagens e sons não é “reproduzir” o real. Mas também não é um processo de negação. Será antes uma forma de prolongar o real, pressentindo a vertigem do seu labirinto, o inesperado das suas dobras. É essa, aliás, a maravilha ancestral do cinema: não se sai do real para o fazer, mas entra-se numa outra dimensão da sua ontologia. Daí também o corolário das alianças entre imagens e sons. A saber: o nunca resolvido equilíbrio entre ficção e documentário.

Não me considero um espectador “ideal” da obra do Fernando. Aliás, mea culpa, demorei muitos anos a compreender o seu carinho por um filme como “O Fio do Horizonte”, porventura o seu filme mais pessoal (ou mais solitário). Quis, assim, tentar desenhar uma paisagem onde fosse possível criar um jogo de ecos e reverberações entre quem olha e quem é olhado, ambicionando, confesso, que esse jogo pudesse contar com a disponibilidade do próprio espectador.

Daí que, ao fazer este filme, tenha sentido que o Fernando me levava para um mundo de vertiginosa ficção (ou ficções, uma vez que o plural é, aqui, a marca de uma obstinada militância). Em todo o caso, caminhar no sentido dessas ficções não era fugir ao real, mas penetrar cada vez mais nas tensões vivas que o fazem ser mais do que a mera inventariação dos seus elementos. No limite da ficção poderia estar, afinal, o esplendor do documento. C’est la vie.

Para mim, o Fernando é alguém que se comove com as suas próprias personagens. Disse-mo uma vez a propósito da Laura e do José Maria, no “Lá Fora”. Se mais nada tivesse acontecido, isso bastaria.

 

Ficha Técnica

Realização JOÃO LOPES

uma produção MIDAS FILMES PEDRO BORGES imagem RUI POÇAS som PEDRO MELO montagem PEDRO DUARTE produção JOANA DA CUNHA FERREIRA administrador de produção Luís Apolinário produtor delegado RTP Fátima Barros assistentes de produção Tomás Pracana Maria Tengarrinha assistente imagem Lisa Persson imagem adicional Pedro Emaús som adicional Vasco Pedroso, Francisco Veloso, Olivier Blanc música do genérico final Bernardo Sassetti montagem e misturas MOS Filmes Helena Alves MIDAS Marta Lisboa, Caroline Barraud, Joana Pimenta, Mariana Liz, Fabienne Martinot uma co-produção MIDAS FILMES / RTP com o apoio de Instituto Camões e Fundação Calouste Gulbenkian

© 2008 MIDAS FILMES / RTP - Betacam Digital, p/b e cor, 16:9, 94’ e 58’

 

CORAÇÃO INDEPENDENTE
De Joana Cunha Ferreira

  • Sinopse
  • Actores e Técnicos

Joana Vasconcelos é uma das mais reconhecidas e mediáticas artistas portuguesa da sua geração.

Com um percurso nacional e internacional impressionante para a sua idade, as suas obras são frequentemente apontadas pela sua dimensão kitsch e espalhafatosa. Mas são também um reflexo mordaz de uma parte deste mundo. Amadas por uns e odiadas por outros, são tão reconhecidas como a artista.

Ao longo de quase um ano, fomos filmando a vida de uma das suas peças mais icónicas, “Dorothy”, um sapato gigante construído a partir de centenas de tampas de panelas.

O filme olha de perto para o processo de trabalho da artista e da sua equipa, que vemos em acção no seu atelier, mas é principalmente um retrato de Joana Vasconcelos, da sua força, vontade e dedicação ao trabalho.

 

 

Ficha Técnica

um filme de JOANA CUNHA FERREIRA uma produção MIDAS FILMES / PEDRO BORGES imagem RUI POÇAS, JOANA CUNHA FERREIRA som OLIVIER BLANC, VASCO PEDROSO, MICHELLE CHAN montagem PEDRO DUARTE estúdio de montagem e pós produção MOS FILMES HELENA ALVES mistura TIAGO MATOS administrador de produção LUIS APOLINÁRIO produtor delegado RTP 2 FREDERICO WIBORG uma co-produção MIDAS FILMES / RTP RADIOTELEVISÃO DE PORTUGAL com o apoio de INSTITUTO CAMÕES, FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN filme produzido com o investimento do FICA FUNDO DE INVESTIMENTO PARA O CINEMA E AUDIOVISUAL

PORTUGAL, 2008, 52’, BETADIGITAL

 

 

 

O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO
De Fernando Lopes

  • Sinopse
  • Ficha Artísitica

Mike,  o meu amigo, é meio suíço, meio americano. É pintor e vive há 30 anos em Portugal, onde ele descobriu a sua Ilha dos Amores. É pois também português.

Na Fonte Santa, entre e o Redondo e o Alandroal tem o seu atelier, um enorme hangar onde fizemos este filme. O seu nome de guerra é Michael Biberstein. Reconhecido internacionalmente, é um pintor presente na Gulbenkian, em Serralves e na Colecção Joe Berardo, no que a Portugal diz respeito, e no estrangeiro no Museu Reina Sofia, em Madrid, o Beaubourg em Paris, no Whitney Museum em Nova York. Para lá dos múltiplos coleccionadores particulares portugueses e estrangeiros.

Decidimos partir para esta aventura numa conversa em casa de amigos comuns.
"Mike, porque é que não fazes um quadro para eu filmar?". "Porque não?", respondeu-me o Mike. "Devo dizer-te, no entanto, que se não gostar do quadro não há filme". "Vamos arriscar, essa é a verdadeira natureza do cinema, e já agora da pintura, não achas?". Arriscámos, e aqui está o resultado.

O Mike deu-me a ver e a filmar a sua viagem interior na criação de uma pintura. Filmámos pois o silêncio, o seu mistério, e a sua magia.

 

Ficha Técnica

MIDAS FILMES  apresenta um filme de FERNANDO LOPES com o pintor MICHAEL BIBERSTEIN Participação Especial MARIA JOÃO SEIXAS  PEDRO DUARTE Director De Fotografia EDMUNDO DÍAZ Chefe Electricista JOSÉ MANUEL RODRIGUES Assistente IVÂNIA WEST Director de Som PEDRO MELO Estúdio de Montagem e Misturas MOS FILMES Directora de Produção JOANA CUNHA FERREIRA Colaboração Especial MANUEL MESQUITA Produtor Executivo PEDRO BORGES Realização FERNANDO LOPES Uma Produção MIDAS FILMES Produtor Associado BA FILMES Com O Apoio SPA SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES, INSTITUTO CAMÕES, este filme foi produzido com o investimento do FICA FUNDO DE INVESTIMENTO NO CINEMA E AUDIOVISUAL

PORTUGAL, 2008, 48’, COR, BETADIGITAL

 

 

 

ALDINA DUARTE: PRINCESA PROMETIDA
De Manuel Mozos
  • Sinopse
  • Ficha Artística

Um retrato da figura única que é Aldina Duarte, senhora-menina, fadista por convicção e amor. Traçando o seu perfil, desvendando a sua personalidade, viajando com ela através da sua cidade, Lisboa, pelos locais que lhe são mais queridos e que ela tão bem conhece, expondo-se livre e aberta, generosa e viva, inocente mas sábia, com a frontalidade e certa malícia cheia de pudor e respeito que tão bem a caracterizam.



Ficha Artística

um filme de Manuel Mozos
a partir de uma ideia original de Maria João Seixas

Concerto de Aldina Duarte (Gravado Na Sala das Batalhas do Palácio Fronteira) Guitarra Portuguesa José Manuel Neto Viola Nuno Miguel Ramos Som, Edição e Mistura Fernando Nunes Assistente Fernanda Nunes No Estúdio Pé de Vento

Ficha Técnica

Imagem Ricardo Rezende Som Olivier Blanc Montagem Olga Ramos, Ricardo Rezende Mistura de Som Tiago Matos/Mos Filmes Directora de Produção Joana Cunha Ferreira Chefe de Produção Cláudia Lopes Com Fabienne Martinot, Marta Lisboa, Alexandra Caiano Maquilhagem Margarida Miranda, Goretti Paixão Imprensa e Promoção Marta Fernandes Administradores de Produção Luís Apolinário, Joana Moura Produtor Pedro Borges

Uma produção Midas Filmes com o patrocínio FNAC, Roda-Lá Music
Este filme teve o investimento do FICA Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual Realização Manuel Mozos

 

ANTÓNIO CAMPOS – FALAMOS DE ANTÓNIO CAMPOS
De Catarina Alves Costa
  • Sinopse
  • Ficha Artística

Um retrato de António Campos, cineasta excepcional a que chamaram amador, um dos mais singulares realizadores portugueses pelo modo como filmou o país nas décadas de 60 e 70. Considerado um realizador à margem, um solitário, um instintivo, Campos representa a paixão de filmar.



Ficha Artística

Realização Catarina Alves Costa

Depoimentos Alexandre Gonçalves, Augusto M. Seabra, José Manuel Costa, João Bénard da Costa, Paulo Rocha, Fernando Cruz, Augusto Mota, Luís Capinha, Maria João Franco, Vítor Bandeira, Acácio de Almeida

Ficha Técnica

Imagem Pedro Paiva Som Olivier Blanc Montagem Pedro Duarte Produção Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano Com Marta Fernandes, Joana Moura, Fabienne Martinot Imagens dos Filmes de António Campos Cinemateca Portuguesa - Museu Do Cinema, RTP Radiotelevisão de Portugal, Acácio de Almeida Arquivo Fotográfico Colecção Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema Com o apoio Instituto Camões Colaboração na Produção Laranja Azul Produtor Pedro Borges Uma Produção Midas Filmes para a RTP2

2009, 60 min, HDV

 

BARTOLOMEU CID DOS SANTOS / POR TERRAS DEVASTADAS
De Jorge Silva Melo
  • Sinopse
  • Ficha Artística

Bartolomeu Cid dos Santos (1931-2008), gravador, pintor, é um dos grandes artistas do século XX. O seu é o mundo crepuscular do fim do Império, ele que criou as primeiras metáforas contra o Colonialismo Português. E que, com renovada vitalidade, se insurgiu contra a Nova Ordem Mundial. Sabendo, com Eliot, que "tempo passado e tempo futuro estão ambos presentes no tempo presente".



Ficha Artística

Argumento e Realização Jorge Silva Melo

Depoimentos Alan Sillitoe, Hélder Macedo, João Cutileiro, John Aiken,
Manuel Augusto Araújo, Paula Rego, Valter Vinagre

Ficha Técnica

Assistência de Realização Maria do Mar Fazenda, Andreia Bento Imagem José Luis Carvalhosa Som Armanda Carvalho Montagem Vítor Alves Mistura de Som Tiago Matos Produção João Matos, Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano Produtor Pedro Borges Apoio Câmara Municipal de Tavira, Instituto Camões Produtor Associado Artistas Unidos Uma Produção Midas Filmes para a RTP 2

 

MANUEL HERMÍNIO MONTEIRO – m.h.m.
De André Godinho
  • Sinopse
  • Ficha Artística

O Hermínio gostava de partilhar os seus segredos. Trás os Montes era um segredo, como a noite de Lisboa. A comida era um segredo, como o vinho e os charutos. Os amigos eram um segredo, como os poetas, que também eram os amigos. E os livros eram o maior segredo. Desvendou-os todos na Assírio & Alvim.



Ficha Artística

Realização André Godinho
Autoria André Godinho, Francisco José Viegas

Depoimentos Manuela Correia, José Agostinho Baptista, Luis Guerra e António Costa, Sérgio Godinho, Graça Morais, Manuel António Pina e Luis Miguel Queirós.

Ficha Técnica

Imagem Pedro Pinho Som Nuno Morão, Armanda Carvalho, Olivier Blanc Montagem Luísa Homem Produção Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano com Marta Fernandes, Joana Moura, Fabienne Martinot Produtor Pedro Borges Apoio Instituto Camões Uma Produção Midas Filmes para a RTP 2

 

NUNO TEOTÓNIO PEREIRA – UM HOMEM NA CIDADE
De Joana da Cunha Ferreira
  • Sinopse
  • Ficha Artística

Nuno Teotónio Pereira é conhecido sobretudo como arquitecto. Mas ao longo da sua vida ele foi também muitas outras coisas. Mesmo se em todas essas coisas ele nunca deixou de ser arquitecto. E se todas essas coisas reenviam sempre ao arquitecto que ele é. Este “retrato” de Nuno Teotónio Pereira não pretende ser senão uma iniciação à sua vida e obra. Sabendo que num filme nunca cabe uma vida inteira.



Ficha Artística

Realização Joana Cunha Ferreira

Autoria Joana Cunha Ferreira, Diogo Lopes

Ficha Técnica

Imagem João Ribeiro Som Armanda Carvalho, Olivier Blanc Montagem Pedro Duarte Produção Alexandra Caiano com Marta Fernandes, Joana Moura, Fabienne Martinot
Produtor Pedro Borges Apoio Instituto Camões, Ordem dos Arquitectos Uma Produção Midas Filmes para a RTP 2

 

TODI – A SEGUNDA MORTE DE LUÍSA AGUIAR
De Rui Esteves
  • Sinopse
  • Ficha Artística

Durante 24 horas, algures no ano de 2008, uma octogenária de porte digno, vestida de negro e de olhar surpreso, percorre locais em Setúbal, Porto e Lisboa. Seu nome: Luísa Aguiar, La Todi. O primeiro nome português cantado nas ruas, a ser disputado por facções rivais, sussurrado por políticos e poetas, inspirador de compositores, vítima de invejas e de cabalas empresariais. Idolatrada nas cortes imperiais da Europa e nos grandes teatros, amiga de Maria Antonieta, Catarina da Rússia, Frederico da Prússia, Beethoven, de Napoleão Bonaparte, inspiradora de Cherubini e tantos outros, a “Cantatrice de La Nation” morre, viúva, só, quase cega e quase pobre em Lisboa. A mulher, de passo hesitante mas de mente lúcida, erra por entre gentes e computadores, esplanadas e prédios, becos e teatros, pontes destruídas e conventos, procurando (quase) inutilmente reconhecer esses mesmos locais, agora de triste esquecimento.



Realização e Autoria Rui Esteves Luisa Todi Laura Soveral Textos Maria João Seixas (ficcionados a partir de obras de Mário Moreau, Victor Luís Eleutério, Joaquim de Vasconcelos, Choron e Fayolle) Direcção Musical Maestro João Paulo Santos Anotação Eva Verdú Director de Fotografia e Imagem Albano Espírito Santo Assistente de Imagem Fotógrafo de Cena Rafael Matos Caracterização Leonilde Dias Som Nuno Morão Montagem Helena Alves Mistura de Som Tiago Matos Material Imagem RTP Produtora delegada RTP Margarida Lucena e Vale Produção Joana Cunha Ferreira e Alexandra Caiano com Marta Fernandes e Fabienne Martinot Administração de Produção Joana Moura Directora de Produção Ângela Cerveira Produtor Pedro Borges Produção MIDAS FILMES com o apoio de SPA - Sociedade Portuguesa de Autores, Instituto Camões produzido com o patrocínio do Teatro Nacional de São Carlos OPART Uma produção Midas Filmes para a Série Figuras Relevantes da Cultura Portuguesa da RTP2

 

PEDRO CALAPEZ
De Luís Miguel Correia
  • Sinopse
  • Ficha Artística

Percurso através da obra de Pedro Calapez, acompanhando o pintor a trabalhar no atelier e observando de perto algumas exposições recentes bem como diversas obras de carácter público.

 



um filme de LUIS MIGUEL CORREIA imagem PEDRO PINHO som OLIVIER BLANC, NUNO MORÃO montagem JOÃO ROSAS entrevista LÚCIA MARQUES direcção de produção JOANA CUNHA FERREIRA produtor PEDRO BORGES uma produção MIDAS FILMES

 

 

 

GENTE DA CASA
De Ruy Otero e Carlos Gomes
  • Sinopse
  • Ficha Artística

Uma casa e a sua construção, ao longo de ano e meio. As máquinas, as ferramentas, os materiais, os trabalhadores. Arquitecto, construtores, operários. Os que vão chegando e os que vão partindo, até a obra terminar. O trabalho no dia a dia, e a vida de todas essas pessoas. A gente da casa.

 



com
JOÃO MANUEL ESTRÓIA   CARLOS GOMES   RAFAEL AGOSTINHO   JOÃO PEDRO SILVA   CARLOS PARGANA   JOÃO PAULO CORTÊS   ORLANDO SANTOS   PAULO DAVID PONTES   PROCÓPIO ALVES ROSADO “LISBOA”   ANTÓNIO RIBEIRO PAIVA   MANUEL FERNANDES GOMES   JOSÉ CARLOS JORGE   JORGE GOMES   DOMINGOS GOMES GARCIA   JOÃO PESTANA   VITALY TASCKIK   ELÍSIO DOS RAMOS   GONÇALO RODRIGUES   SÉRGIO ESTRÓIA   FERNANDO OTAVIANO   GILMAURO PATRÍCIO VEIGA   LUIS FRANCISCO  CARLOS ALBERTO FERNANDES

imagem RUY OTERO, CARLOS GOMES som RUI VIANA música PAULO FURTADO aka THE LEGENDARY TIGERMAN fotografias LUISA FERREIRA montagem PEDRO DUARTE montagem e mistura de som TIAGO MATOS / MOS administração de produção JOANA MOURA pós-produção ÂNGELA CERVEIRA imprensa e promoção MARTA FERNANDES produtores CARLOS GOMES, ANTÓNIO CÂMARA MANUEL, PEDRO BORGES uma produção MIDAS FILMES, CARLOS GOMES em co-produção com DUPLA CENA a partir do projecto artístico “Gente da Casa - Monitorização de uma Obra de Arquitectura” de Carlos Gomes realização RUY OTERO

 

 

SANGUE DO MEU SANGUE
De João Canijo
  • Sinopse

 

Márcia é uma mulher de quarenta e poucos anos, cozinheira num restaurante de bairro, mãe solteira de dois filhos, e que partilha a sua casa, num bairro social dos subúrbios de Lisboa, com a sua irmã Ivete, cabeleireira de centro comercial. Andreia, a filha mais velha, é caixa num supermercado, estuda enfermagem e namora com César, segurança de profissão. Joca, o rapaz, está desempregado e dedica-se à pequena delinquência.

Um dia, quando Márcia e a filha saem juntas de casa manhã cedo, a filha confessa à mãe que conheceu e está apaixonado por um homem mais velho, casado. Vieira é médico e seu professor e os dois vivem uma paixão fulgurante. Quando se separam, Márcia segue a filha, sem saber como nem porquê, e vê-a entrar num carro e beijar apaixonadamente esse homem.

Márcia crê reconhecê-lo. E o seu choque não podia ser maior. A relação de Andreia com esse homem tem que terminar, porque uma tragédia sem nome paira sobre ela…



Produtor Associado

6=0 HOMEOSTÉTICA
De Bruno de Almeida

  • Sinopse
  • Ficha Artística
 

Documentário sobre o movimento Homeostética, que surgiu em Lisboa nos anos 80 e foi constituído pelos artistas Fernando Brito, Ivo, Pedro Portugal, Pedro Proença, Manuel João Vieira e Xana. Utilizando o humor como estratégia de demarcação crítica, a Homeostética manteve sempre uma posição marginal de fortes influências Dadaistas e desenvolveu uma intensa produção que resultou em exposições, textos, manifestos, filmes, concertos e outras performances colectivas. Discretos nas suas realizações e desprezando olimpicamente a sua própria glorificação, os homeostéticos perderam em visibilidade externa o que vieram a ganhar em modo de existência. Para eles o sentido da vida encontrava-se na criação artística e a criação artística, por sua vez, permitia-lhes inventar novas possibilidades de vida. O Museu de Serralves dedicou-lhes uma retrospectiva em 2004.

 

 

Ficha Artística

Uma produção BA FILMES com o apoio da DIRECÇÃO GERAL DAS ARTES e da RTP2 e com a colaboração do MUSEU DE SERRALVES. Textos JORGE RAMOS DO Ó Narração ADRIANA ALCÂNTARA Misturas MIGUEL MARTINS Imagens Super 8 e fotografias PEDRO PORTUGAL Imagens adicionais XANA, FERNANDO BRITO e PAULO SEABRA Música MANUEL JOÃO VIEIRA e PEDRO PROENÇA Produtores associados PEDRO BORGES e LUÍSA RAMOS Produção, realização e montagem: BRUNO DE ALMEIDA Produtor Associado MIDAS FILMES.

 

THE LOVEBIRDS
De Bruno de Almeida

  • Sinopse
  • Actores e Técnicos
  • Festivais e Prémios
  • Dossier de Imprensa

THE LOVEBIRDS é uma longa-metragem que se passa em Lisboa no decorrer de uma noite onde, seis histórias se desenrolam em simultâneo. Histórias labirínticas e fragmentadas, que falam de amizade, de amor, de paixão, da falta de amor e do desejo de ser amado. Através delas, o retrato de uma cidade comovente com as emoções que nela habitam, misto de enamoramento e nostalgia, “cidade triste e alegre”, ”Lisboa e Tejo e Tudo”, como Álvaro de Campos lhe chamou...

THE LOVEBIRDS esboça encontros e desencontros. Um americano, no metro, cruza o seu olhar com uma rapariga e não resiste a persegui-la pelos becos de Alfama, na lembrança de um outro amor, a sua mulher, já falecida. Dois malandrins, sem eira nem beira, dedicam-se a pequenos roubos e não sabem se querem ser amigos ou separar-se. Um realizador de cinema faz um filme sobre boxe, sabendo que aquele será o seu último combate. Um arqueólogo que um dia chegou a Lisboa e que por cá continua, muitos anos depois, sem mesmo à noite abandonar a sua escavação e o seu amigo que tenta pela última vez trazê-lo à vida. Um taxista emigrante apaixonado por uma prostituta, que assassina, para logo a seguir ajudar uma jovem a dar à luz. Um piloto de aviões que, fora do matrimónio, acaba por se meter em situações embaraçosas… 

Personagens marcados pelas suas ilusões e desilusões. Meio à deriva. Uma teia de histórias perdidas, passadas em Lisboa, mas que, por terem uma ressonância universal, dão ao filme uma tonalidade absolutamente contemporânea. THE LOVEBIRDS – nome de um pássaro africano que morre quando fica viúvo – é uma declaração de amor à cidade de Lisboa, às gentes que cá vivem, que por cá passam, que aqui se apaixonam, aos seus bairros antigos e à história que neles deixou marcas.

 

Ficha Artística

com Michael Imperioli, Ana Padrão, John Ventimiglia, Joaquim de Almeida, Drena de Niro, Rogério Samora, Marcello Urgeghe, Fernando Lopes, Nick Sandow, Cleia Almeida, Johnny Frey, Filipe Vargas, Dmitry Bogomolov, Laura Soveral, Ivo Canelas, Suzie Peterson, Joe Berardo

Ficha Técnica

casting PATRÍCIA VASCONCELOS som VASCO PEDROSO, PEDRO MELO, MIGUEL MARTINS Decoração e Guarda-roupa ZÉ BRANCO director de fotografia ANDRÉ SZANKOWSKI, EDMUNDO DÍAZ director de produção ANA PINHÃO montagem BRUNO DE ALMEIDA, PEDRO RIBEIRO produtor associado MIDAS FILMES uma co-produção BA FILMES, ARCO FILMS, EGEAC, RTP argumento BRUNO DE ALMEIDA, JOHNNY FREY produção e realização BRUNO DE ALMEIDA

Prémios

Fantasporto – Prémio Especial do Júri da Semana dos Realizadores
Lisbon Village Festival

Festivias

Festival de Provincetown
Festival Nouveau Cinéma Montréal
Festival de Cinema de São Paulo
Festival de Cinema Internacional de Ourense


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