🎥 ANATAHAN de Josef Von Sternberg \ 6 Agosto
🎥 SOY CUBA de Mikhail Kalatozov \ 13 Agosto
🎥 A PISCINA de Jacques Deray \ 20 Agosto
«Fazendo muito calor nestes três filmes, Soy Cuba, A Saga de Anatahan e naquele em que os corpos de Alain Delon e Romy Schneider se reencontraram numa piscina nas colinas de St Tropez — "creio que na realidade foi isso que nos levou a juntá-los", o calor, diz-nos Pedro Borges, da Midas —, o espectador não terá de suar as estopinhas para ter uma epifania.» Vasco Câmara, Público
Leia aqui 📰 www.publico.pt/2026/07/21/culturaipsilon/noticia/subitamente-verao-suado-alain-delon-romy-schneid...
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PERSÉPOLIS
Veja o filme e leia a história ❤
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Não percam esta oportunidade. Campanha válida de 16 de Julho a 16 de Agosto.
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PERSEPOLIS
📣Sessão Especial
📍 Cinema Ideal
📆 Sábado, 25 Julho - 19:00
🗣 Safaa Dib, escritora e cronista, autora de "Líbano: Uma Biografia" apresenta o filme
🎟 Bilhetes à venda na bilheteira (física e online) do Cinema Ideal
Não percam 🖤
Safaa Dib escreveu sobre Marjane Satrapi: «Quando a animação se estreou finalmente num dos festivais de cinema em Lisboa, senti-me perante uma obra-prima que me tocou profundamente. (…) Foi um momento transformador e plantou em mim uma semente que levaria muitos anos a florescer, até escrever a minha própria história sobre o Líbano. Satrapi mostrou-nos algo que julgávamos impossível, a nós que éramos filhos e filhas exilados de países devastados por guerra, revolução ou tirania. Ela ensinou-nos que através da arte era possível traduzir uma realidade política complexa para o olhar ocidental, ao mesmo tempo que dava a conhecer as implicações devastadoras que essas transformações tinham junto de indivíduos e famílias. (…) Perdemos Satrapi demasiado cedo, mas o seu legado é intemporal. Ao longo da vida, desbravou o caminho para muitos escritores e artistas de origem não europeia que, graças a ela, ousaram escrever ou desenhar as histórias do seu país natal, sem nunca abdicar de um amor à pátria atravessado pela dor e pela alegria. Deu-nos a coragem de criar a nossa própria linguagem, partindo à descoberta da identidade e da memória coletiva dos nossos antepassados. E essa linguagem irá continuar muito depois de ela partir.» Safaa Dib, Visão
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